Junior Miranda

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Arqueólogos escavam local onde a Arca da Aliança ficou

Região de Kiryat Ye'arim nunca foi estudada com profundidade
Arqueólogos escavam local onde a Arca da Aliança ficou
Pesquisadores israelenses e franceses anunciaram que começarão a escavar o antigo sítio arqueológico (Tel) de Kiryat Ye’arim, um dos poucos lugares mencionados na Bíblia que nunca foi estudado com profundidade.

De acordo com o livro de Samuel, a Arca da Aliança ficou em Quiriate-Jearim durante 20 anos, após ser devolvida aos israelitas pelos filisteus, que a haviam capturado durante uma batalha, mas foram atingidos por doenças. O texto diz que a arca foi armazenada “na casa de Abinadabe, na colina” (1 Samuel 7:1) e cuidada pelo sacerdote Eleazar antes que o rei Davi a levasse em definitivo para a capital Jerusalém.

Os arqueólogos esperam que o material encontrado ali ajude a mostrar como era a cidade durante a Idade do Ferro, período associado ao relato bíblico sobre o reinado de Davi.

 Kiryat Ye’arim ou Quiriate-Jearim (em português) é mencionada mais de ma dúzia de vezes na Bíblia. Tratava-se de uma cidade judaica situada a cerca de 12 quilômetros de Jerusalém. Hoje em dia no local está a cidade árabe de Abu Gosh. Na coluna que ladeia o local, está o mosteiro Deir El-Azar, Eleazar em árabe. Também há um mosteiro dedicado à Nossa Senhora da Arca da Aliança, erguido sobre as ruínas de um antigo templo bizantino.Igreja da Nossa Senhora da Arca da Aliança. (Foto: Wikipedia)

A escavação começa somente em agosto, por causa do clima mais ameno. Será conduzida por Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, além de Christophe Nicolle e Thomas Römer, do Colegge de France.

“O lugar é importante por várias razões”, ressaltou Finkelstein ao Times de Israel. “É um local grande e central nas colinas de Jerusalém que não foi estudado até agora. Pode ser o único local-chave em Judá que não teve uma escavação arqueológica profunda.”

Os pesquisadores irão começar pela área ao redor do mosteiro de Nossa Senhora da Arca da Aliança. Um dos aspectos mais chamativos de Quiriate-Jearim é a probabilidade de se encontrar um templo antigo no local. Tal descoberta ajudaria os estudiosos a entender melhor as práticas do culto em Judá durante a Idade do Ferro.

Em várias partes da narrativa bíblica, Quiriate-Jearim é aludido como um local de culto religioso. Ao longo do tempo foi chamada de Baalá (Js 15:9), Baale-Judá (2 Sa 6:2), e Quiriate-Baal (Js 15:60). No livro de Josué fica claro que o local era afiliado com a adoração de Baal, deus da fertilidade no panteão cananeu.

Vistos como fatos históricos, argumenta Finkelstein, os relatos das Escrituras fazem crer que “devia haver um Templo lá”. “O local que eles colocaram a Arca da Aliança não era, claro, um terreno qualquer, nem foi debaixo de uma árvore, eles devem ter criado um importante lugar de culto”, destaca.

“Você precisa de muita sorte para que a arqueologia forneça respostas exatas a essas questões complexas”, pondera, mas deixa claro que a escavação pode dar informações vitais sobre a história da Judeia durante o reinado dravídico.


Fonte: Gospel Prime
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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cientistas acham evidências genealógicas para “Adão” e “Eva”

Embora os cientistas em geral não acreditem nas narrativas bíblicas, está mais claro que todos os seres
humanos carregam em seu genoma parte do DNA de um homem e uma mulher, que de acordo com eles, viveram há dezenas de milhares de anos. Segundo um novo estudo da Universidade Stanford, EUA, esses antecedentes comuns vieram da África e são chamados de “Eva mitocondrial” e “Adão cromossomial-Y”.
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terça-feira, 27 de março de 2012

William Lane Craig afirma que é possível usar a razão para acreditar em Deus

O filósofo e teólogo William Lane Craig esteve no Brasil na semana passada participando do 8º Congresso de Teologia da Editora Vida Nova, em Águas de Lindóia onde pode falar sobre seu mais novo livro “Em Guarda – Defenda a fé cristã com razão e precisão” e também sobre argumentos levantados por ateus.

Craig é doutor em filosofia pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e em teologia pela Universidade de Munique e ficou conhecido mundialmente por participar de debates com nomes como Christopher Hitchens, um dos maiores defensores do ateísmo e fez com que Richard Dawkins, um dos maiores críticos do teísmo se recusasse a participar de um debate com ele.

Em sua visita ao nosso país ele explicou porque a fé cristã é a melhor explicação para a existência de tudo. “Vários argumentos dão força à ideia de que Deus existe. Ele é a melhor explicação para a existência de tudo a partir de um momento no passado finito, e também a para o ajuste preciso do universo, levando ao surgimento de vida inteligente”, afirmou.

Mas em entrevista publicada na revista Veja o teólogo também fala sobre valores morais, bondade, justiça e até mesmo sobre livre-arbítrio e julgamento divino. “Deus também é a melhor explicação para a existência de deveres e valores morais objetivos no mundo. Com isso, quero dizer valores e deveres que existem independentemente da opinião humana”.

Se a humanidade não leva uma vida perfeita e feliz é porque os humanos possuem livre-arbítrio, o que faz com que tudo fique longe da vontade de Deus. “Acho que esse é o desejo de Deus. É o que a Bíblia ensina. O fato de que o desejo de Deus não é realizado implica que os seres humanos possuem livre-arbítrio. Não concordo com os teólogos que dizem que Deus determina quem é salvo ou não. Parece-me que os próprios humanos determinam isso. A única razão pela qual algumas pessoas não são salvas é porque elas próprias rejeitam livremente a vontade de Deus de salvá-las”.

Fonte: Gospel prime
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Cientistas americanos acreditam que a religião e a ciências não estão constantemente em conflito

Para a grande maioria dos entrevistados as duas são caminhos válidos do conhecimento.

Ao contrário do que muitos pensam, um estudo mostrou que poucos cientistas das principais universidades americanas acreditam que a ciência e a religião estão em conflito permanentemente, já a grande maioria acredita que o conflito acontece algumas vezes.
A pesquisa foi realizada pela Universidade de Rice (EUA) que resultou em 15% de cientistas que veem a religião e a ciência sempre em conflito, outros 15% que afirmam que as duas nunca estão em conflito e 70% que acreditam que a religião e a ciência se conflitam poucas vezes.
Os que acreditam que a religião e a ciência estão em constante conflito possuem um tipo particular de religião em mente, já a grande maioria acredita que o conflito tem como origem a esfera pública, principalmente quanto ao ensino do criacionismo versos a evolução e também em relação às pesquisas com células-tronco.
O estudo mostrou que uma minoria dos entrevistados acredita que religião e ciência exigem fronteiras e de acordo com a coordenadora da pesquisa, Elaine Howard Ecklund ela acontece principalmente quando o assunto é a origem da Terra.
Apesar disso, muitos acreditam que tanto a religião quanto a ciência “são caminhos válidos do conhecimento” e que podem trazer um entendimento mais amplo de questões importantes.
A pesquisa coordenada por Ecklund também mostrou que aproximadamente metade dos cientistas expressou alguma forma de identidade religiosa. “Grande parte do público acredita que, conforme a ciência se torna mais proeminente, a secularização aumenta e a religião decresce,” disse.
Fonte: Gospel Prime / Diário da Saúde
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