Junior Miranda

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Ministério da Educação vai analisar futuro do kit gay

O Ministério da Educação (MEC) vai debater com especialistas o futuro do material educativo que seria distribuído em escolas públicas para combater a homofobia.

O projeto batizado de “kit gay” foi vetado pela presidente Dilma Rousseff em 2011 depois que as bancadas Católica e Evangélica pressionaram o governo.

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segunda-feira, 25 de março de 2013

Representante da ONU volta a criticar governo brasileiro por suspender distribuição do kit gay nas escolas

A Organizações das Nações Unidas (ONU) criticou a decisão tomada pelo governo da presidente Dilma Rousseff de suspender a distribuição do material apelidado de kit gay nas escolas públicas do país.

A crítica aconteceu através de declarações de Pedro Chequer, coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids no Brasil (UNAIDS).

Chequer é representante da ONU e afirmou que a decisão pode transmitir a ideia de que “a mensagem de independência pode ser substituída por uma postura retrógrada, de quem restringe suas ações em virtude de dogmas religiosos”.

As críticas de Chequer são bastante diretas e endereçadas a cristãos: “Urge lutar para a retomada do Estado verdadeiramente laico porque em muitos países estamos vendo como o fundamentalismo religioso — dos pentecostais no Brasil ou dos católicos em muitos países hispano-americanos católico — prejudica seriamente o combate à AIDS”, declarou ele.

O material foi elaborado pelo governo Lula, mas devido à proximidade das eleições presidenciais de 2010 foi retido, tendo sua distribuição iniciada durante o governo de Dilma Rousseff. Porém, perante as manifestações da sociedade e principalmente de lideranças evangélicas, a presidente decidiu suspender a distribuição.

Essa não é a primeira vez que Pedro Chequer critica o posicionamento adotado pelo governo devido a protestos de evangélicos. Em 2012, durante o Terceiro Seminário Nacional de Direitos Humanos e DST/AIDS, Chequer afirmou que ao ceder a pressões de “minorias organizadas”, o governo acabava “violando direitos” de outros cidadãos.

Recentemente, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o governo voltou a adiar a distribuição do kit gay, sob ordens do ministro da saúde, Alexandre Padilha. Há possibilidade de que a suspensão tenha ligação com a proximidade das eleições presidenciais de 2014.

O pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) aprovou a decisão tomada: “O ministro nada mais fez do que honrar um compromisso de governo. A bancada evangélica já havia manifestado o receio de que o kit circulasse novamente [...] Temos a garantia de que qualquer material de conteúdo mais polêmico não circule antes de ser avaliado e sem a nossa aprovação”, disse o deputado.

Fonte: Gospel+
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terça-feira, 19 de março de 2013

Governo vai investigar distribuição indevida de “kit gay” em escolas públicas

Recentemente, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a interrupção do envio do material conhecido como “kit gay” para escolas no norte e nordeste do país. Apesar de ter sido vetado pela presidente Dilma Rousseff, o material neste ano, chegou a ser remetido às Secretarias de Saúde nos estados.

Padilha determinou também a abertura de um processo administrativo para identificar os responsáveis pelo envio de material conhecido como ‘kit gay’ a 13 estados das regiões Norte e Nordeste do país. O Ministério da Saúde já expediu ofícios às secretarias destes estados, determinando que o material não seja distribuído nas escolas; e começou a investigar de onde partiu a remessa do material.

As revistas de histórias em quadrinhos (HQ), apresentadas como um suposto material informativo para prevenir a homofobia entro o público adolescente foram elaboradas em 2010 como parte do programa de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e AIDS. A informação sobre o envio das revistas para os serviços de combate a DST/AIDS e sobre o posterior veto do ministro Padilha foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo no último sábado (16).

O material foi produzido durante a gestão de José Gomes Temporão, antecessor do ministro Padilha, segundo o qual o ministério já sabe que o envio aos 13 estados partiu do Departamento de DST/AIDS da pasta, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde.

Fonte: Gospel+
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sábado, 20 de outubro de 2012

Folha de SP compara kit gay de Haddad com a cartilha de Serra

Uma reportagem da Folha On-line comparou o conteúdo dos materiais sobre diversidade sexual que geram polêmica entre os evangélicos e setores mais conservadores da sociedade brasileira.

O primeiro deles foi desenvolvido por ONGs ligadas ao movimento gay a pedido do Ministério da Educação que na época era coordenado por Fernando Haddad (PT). O kit anti-homofobia foi duramente criticado por parlamentares evangélicos e foi cancelado a pedido da presidente Dilma Rousseff em 2011.

O segundo material foi elaborado pelo Governo de São Paulo isso em 2009 durante o mandato de José Serra (PSDB). Ao contrário do projeto do MEC que seria distribuído aos alunos, o kit do Estado de SP foi distribuído apenas para professores, mas com um conteúdo bem parecido como comparou a equipe da Folha.

Apesar de serem projetos sem nenhuma ligação com os problemas da cidade de São Paulo, esses materiais entram em pauta depois que o candidato do PT à prefeitura de São Paulo passou a ser criticado por líderes evangélicos pela criação do chamado “kit gay”.

A imprensa logo encontrou o material elaborado por Serra, que também está no segundo turno, para questionar porque os evangélicos se aproximam mais do candidato tucano do que de Haddad se ele também elaborou propostas para discutir a homossexualidade nas escolas.

Veja o quadro comparativo:

Fonte: Gospel prime
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Marco Feliciano denuncia a criação de um novo kit gay

O deputado federal pastor Marco Feliciano escreveu em seu site uma denúncia dizendo que o Ministério da Educação firmou convênio com o Conselho Federal de Psicologia (CFP) para a criação de um projeto que fale sobre as diferenças e a pluralidade sexual.

Ao tomar conhecimento que este foi um dos temas de uma reunião que aconteceu no dia 20 de setembro entre o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e oito mil profissionais de psicologia, o pastor ficou preocupado com a possível criação de um novo ‘kit gay’.

Durante a reunião Mercadante teria dito que o projeto a ser elaborado pela CFP teria como objetivo criar uma “escola acolhedora, uma cultura de paz, tolerância, convívio com as diferenças, com a pluralidade sexual… que enfrente o preconceito e a discriminação e coloque a escola pública em outro patamar e prepare o país para essa nova era do conhecimento”.

Feliciano tentou entender o que poderia ser este projeto e falou com a psicóloga Marisa Lobo que mostrou sua opinião alertando para o fato do CFP ser militante na causa gay. “Vejo com muita preocupação esta parceria do Conselho Federal de Psicologia junto com o Ministério da Educação na elaboração de um possível novo kit gay, pois o CFP é claramente adepto do ‘homossexualismo partidário’. Creio que o novo kit gay será pior, pois a psicologia de hoje empurra conceitos contrários à família brasileira e não respeita opiniões de seguimentos sociais que primam por valores e resguardam a sexualidade das crianças. A psicologia em minha opinião vem promovendo uma sexualização desnecessária e preocupante da infância”.

No texto Feliciano fala que o objetivo desse convênio não é lutar pela igualdade, nem contra o preconceito, mas é “lutar por uma imposição e doutrinação”. “Querem implantar uma mentira na mente de todos através da cultura e de uma pseudociência. Isto pode gerar um transtorno na mente de nossos adolescentes”, diz o deputado.

Leia na íntegra aqui.

Fonte: Gospel prime
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sábado, 18 de agosto de 2012

Silas Malafaia promete interferir para que Haddad não seja eleito em SP

Enquanto vários líderes religiosos fecham alianças com candidatos a prefeitura da cidade de São Paulo, o pastor Silas Malafaia, uma das principais figuras religiosas do país, ainda não definiu seu apoio, dizendo em entrevista ao portal Terra que para o primeiro turno seu objetivo é apenas não deixar que o candidato petista, Fernando Haddad, chegue a ocupar o cargo.

Haddad é desafeto de Malafaia por apoiar o kit anti-homofobia que seria distribuído nas escolas públicas no ano passado, quando o petista era ministro da Educação. Diversos pastores, incluindo o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, se opuseram a distribuição desse material que acabou sendo suspenso pela presidenta Dilma Rousseff.

“A comunidade (evangélica), os líderes não vão dar refresco (para Haddad). Vamos cair em cima dele”, disse Malafaia ao Terra que nunca escondeu sua desaprovação ao candidato petista.

Em todas as suas falas o pastor assembleiano deixa claro que não sataniza partido político, mas deixa claro que não estar de acordo com as posições ideológicas de Haddad, pois elas vão de encontro às suas convicções religiosas.

Fonte: Gospel prime
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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Apóstolo Valdemiro Santiago teria doado R$ 5 milhões à campanha de candidato à prefeito, afirma jornalista

Apóstolo Valdemiro Santiago teria doado R$ 5 milhões à campanha de candidato à prefeito, afirma jornalistaO apóstolo Valdemiro Santiago foi tema de uma reportagem do jornalista Leandro Mazzini, do site Coluna Esplanada, por supostamente ter doado R$ 5 milhões à campanha de um candidato a prefeito de São Luís, Maranhão.

De acordo com Mazzini, o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus teria feito a doação milionária ao candidato Edvaldo Holanda Junior (PTC). Junior é evangélico e membro de uma igreja Batista na capital maranhense.

As informações sobre a doação dos R$ 5 milhões foi desmentida pela coordenação da campanha de Edvaldo Holanda Junior. Em nota, publicada no blog Jorge Vieira, a coligação do candidato nega envolvimento com Santiago: “Dentre os apoiadores da campanha, não consta o pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santigo. Neste ensejo, Edivaldo Holanda Júnior esclarece também que não possui qualquer relação com o referido pastor. Todas as doações da campanha petecista feitas à coligação ‘Muda São Luís’ podem ser acompanhadas pela Prestação de Contas feita ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão”.

Valdemiro Santiago, que é alvo de uma investigação do Ministério Público devido à aquisição de fazendas e cabeças de gado pela Igreja Mundial, declarou apoio ao candidato do PT em São Paulo, Fernando Haddad, considerado o pai do Kit Gay.

Fonte: Gospel+
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sábado, 7 de julho de 2012

“Novo kit-gay” já está sendo distribuído nas escolas brasileiras e com aval do governo, denuncia pedagogo. Bancada evangélica pede explicações

“Novo kit-gay” já está sendo distribuído nas escolas brasileiras e com aval do governo, denuncia pedagogo. Bancada evangélica pede explicaçõesO kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.

Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.

O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.

Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.

O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.

Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.

O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.

Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.

Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Valdemiro Santiago deve apoiar criador do kit-gay, Fernando Haddad, para prefeito de São Paulo

Valdemiro Santiago deve apoiar criador do kit-gay, Fernando Haddad, para prefeito de São PauloNas últimas semanas um dos destaques da política no Brasil foi o apoio que o candidato a prefeito em São Paulo, Fernando Haddad (PT), recebeu do polêmico Paulo Maluf (PP). O anúncio da coligação partidária foi marcado por uma polêmica foto em que o ex-presidente Lula cumprimenta Maluf, seu adversário histórico. A aliança pode significar também o apoio político do apóstolo Valdemiro Santiago.

A coligação de Haddad, que ficou conhecido como o pai do kit gay, teve como principal motivo, segundo os analistas políticos, a obtenção de um tempo maior durante a propaganda eleitoral obrigatória na TV.
De acordo com a coluna da jornalista Mônica Bergamo no site do jornal Folha de S. Paulo, além do acréscimo de um minuto e 35 segundo no tempo de TV a aliança com o PP trás para Haddad o apoio estratégico do apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial. Apontado como adversário de Edir Macedo, da Igreja universal, Santiago é líder de uma denominação que reúne milhares de potenciais eleitores e, junto a seu apoio ao candidato a prefeito, deve lançar um candidato a vereador sob a legenda do partido.

Para se livrar do estigma de criador do kit-gay, Haddad tem buscado constante apoio entre pastores evangélicos. Essa estratégia foi criticada pelo pastor Silas Malafaia, que afirmou: “O senhor Fernando Haddad está querendo passar um atestado de idiota aos pastores e ao povo evangélico de que ele não tem nada com isso em relação ao kit gay”.

O jornal destacou ainda que ao recebeu Lula em seu programa, o apresentado Ratinho, do SBT, disse ao ex-presidente que “o apóstolo Valdemiro te mandou um abraço”, e Lula teria respondido imediatamente afirmando: “Diga pra ele que nós precisamos conversar”.

Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 29 de março de 2012

Pr Silas Malafaia comenta: Vereadores do Rio proíbem distribuição de kit gays nas escolas

Vereadores do Rio de Janeiro aprovaram em primeira discussão o Projeto de Lei 10821/11, por 21 votos contra 9, proibindo a distribuição de material didático que contenha conteúdo sobre a diversidade sexual nas escolas da cidade. De autoria do vereador Carlos Bolsonaro (PP), o objetivo é que a família decida o momento de apresentar a questão. Além disso, ele propôs o “Dia do Orgulho Hétero” no Rio de Janeiro.

“Fica vedada a distribuição, exposição e divulgação de material didático contendo orientações sobre a diversidade sexual nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e de Educação Infantil da rede pública municipal da Cidade do Rio de Janeiro”, diz o artigo primeiro do projeto.

O projeto orienta que o Poder Executivo ficará responsável pelo cumprimento desta Lei e por investigação se houver descumprimento. A justificativa do vereador é que o conteúdo sobre a diversidade sexual cabe somente à família determinar o momento certo de expor tal assunto aos filhos, “por ser considerado uma afronta aos conceitos da família tradicional”.

Pastor Silas Malafaia comenta:

Parabéns aos vereadores do Rio de Janeiro que entenderam que o kit sobre diversidade sexual na verdade é kit para ensinar homossexualismo nas escolas e isso é inadmissível. O que nós concordamos: seja o governo federal, estadual , ou municipal, é que se faça um kit da intolerância, ensinando as nossas crianças a respeitar os homossexuais, os gordinhos, o magrinho, o alto, o baixo, os deficientes físicos, o evangélico, o espírita….

Você que é do Rio, envie e-mails parabenizando os vereadores do Rio de Janeiro por não aprovarem a distribuição do kit gay nas escolas.
Relação dos vereadores e seus respectivos e-mails:
Argemiro Pimentel - argemiropimentel@camara.rj.gov.br
Carlo Caiado – caiado@carlocaiado.com.br
Carlos Bolsonaro – contato@carlosbolsonaro.com.br
Edison da Creatinina – dr.edisondacreatinina@camara.rj.gov.br
Eduardo Moura – doutor@eduardomoura.com.br
João Ricardo – drjoaoricardo@camara.rj.gov.br
Jorge Manaia – doutor@jorgemanaia.com.br
Ivanir de Mello – ivanirdemello@camara.rj.gov.br
João Cabral – joaocabral@camara.rj.gov.br
João Mendes de Jesus – joaomendesdejesus@camara.rj.gov.br
Jorge Braz – vereadorjorgebraz@camara.rj.gov.br
José Everaldo – jose.everaldo@camara.rj.gov.br
Luiz Carlos Ramos – lcramos@camara.rj.gov.br
Márcia Teixeira – marcia.teixeira@camara.rj.gov.br
Nereide Pedregal – nereide.pedregal@camara.rj.gov.br
Patrícia Amorim – patricia.amorim@camara.rj.gov.br
Professor Uóston – prof.uoston@camara.rj.gov.br
S. Ferraz – sferraz@camara.rj.gov.br
Tânia Bastos – vereadorataniabastos@camara.rj.gov.br
Tio Carlos – tiocarlos@camara.rj.gov.br
Vera Lins – veralins@camara.rj.gov.br
Adilson Pires – adilsonpires@camara.rj.gov.br
Andrea Gouvêa Vieira – andrea.vieira@camara.rj.gov.br /falecomigo@andreagouveavieira.com.br
Carlinhos Mecânico – carlinhosmecanico@camara.rj.gov.br
Eliomar Coelho – eliomar@camara.rj.gov.br
Leonel Brizola Neto – leonelbrizolaneto@camara.rj.gov.br
Paulo Messina – messina@camara.rj.gov.br
Paulo Pinheiro – paulopinheiro@camara.rj.gov.br
Reimont – reimont@reimont.com.br
Teresa Bergher – teresa.bergher@camara.rj.gov.br

Fonte: Verdade Gospel | Divulgação: Midia Gospel
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terça-feira, 6 de março de 2012

Em seu primeiro compromisso oficial como ministro, o evangélico Marcelo Crivella defende o autor do “kit gay”, Fernando Haddad

Em seu primeiro compromisso oficial como ministro, o evangélico Marcelo Crivella defende o autor do “kit gay”, Fernando HaddadNomeado recentemente ao cargo de ministro da Pesca, o bispo da Igreja Universal Marcelo Crivella deu declarações isentando Fernando Haddad de responsabilidade no episódio da produção do kit anti-homofobia.

Em seu primeiro compromisso oficial após assumir a pasta, o ministro afirmou que o ex-ministro da Educação e pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, “jurou com os pés juntos que não produziu (o kit). Disse que foi uma ONG contratada pelo ministério”. Crivella deu essas declarações durante visita a duas colônias de pescadores na ilha da Madeira, na cidade de Itaguaí, região metropolitana do Rio de Janeiro.

Segundo o Estadão, o ministro afirmou ainda que não defende Haddad como forma de apoiá-lo em sua candidatura, e que seu partido tem seu próprio candidato à prefeitura de São Paulo. Porém o ministro confirmou que seu partido precisará do apoio do ex-ministro da educação em um provável segundo turno: “Não estou falando isso porque vamos apoiá-lo. A pesquisa do Datafolha mostrou que estamos em segundo lugar e que o (ex-governador José) Serra (PSDB) tem uma rejeição maior que a nossa. Então, estamos com chance de ir ao segundo turno e precisaremos do apoio do Haddad”.

A nomeação de Crivella para o ministério da pesca está sendo criticada por líderes evangélicos e é vista por muitos como um caminho usado pelo governo para diminuir rejeição dos religiosos à candidatura de Fernando Haddad na disputa da prefeitura de São Paulo.

Fonte: Gospel+
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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ativistas homossexuais pedem que Ministério Público Federal tome providências em relação ao kit-gay, que foi vetado pela presidente Dilma

Ativistas homossexuais pedem que Ministério Público Federal tome providências em relação ao kit-gay, que foi vetado pela presidente DilmaO polêmico kit-gay, que seria distribuído nas escolas públicas de todo o país pelo Ministério da Educação e que foi vetado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, continua rendendo discussões. O material, que mostrava dois meninos se beijando, entre outros assuntos, foi considerado impróprio.

A “Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais” (ABGLBT), que é presidida por Tony Reis, desafeto do pastor Silas Malafaia, divulgou informação de que solicitou ao Ministério Público Federal que investigue os motivos do veto e tome providências em relação ao material que seria distribuído nas escolas e que acabou sendo vetado, de acordo com informações da Folha de S. Paulo. No centro da polêmica estava o então ministro da Educação, Fernando Haddad, pré-candidato do PT a prefeito da cidade de São Paulo.

Juntamente a outras entidades ligadas ao ativismo homossexual, a ABGLBT pediu também que o Ministério Público verifique o motivo de a campanha de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis voltada para o público gay foi retirada da internet.

O vídeo que segundo o Ministério da Saúde havia sido produzido para ser veiculado em festas fechadas foi publicado no Youtube e, após pressão dos parlamentares evangélicos, foi retirado do ar. À época, a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde informou que a publicação do vídeo havia sido um equívoco.

Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Candidato a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad quer encontrar líderes evangélicos para convencê-los a favor do “kit gay”

Candidato a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad quer encontrar líderes evangélicos para convencê-los a favor do “kit gay”Em sua pré-campanha à prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad teria reagido nesta quarta-feira a ameaças políticas da chamada bancada evangélica no Congresso Nacional, por causa do chamado “kit gay” criado pelo Ministério da Educação quando ele era ministro. Segundo a revista Veja Haddad estaria ainda procurando líderes de igrejas com o objetivo de convencê-los a favor do kit.

De acordo com o O Globo o ex-ministro afirmou que a polêmica em torno do assunto estimula a violência em alguns indivíduos perturbados.

Haddad tenta também sustentar a versão de que o material que foi divulgado na internet como sendo do “kit gay” vazou antes de ser distribuído e que o MEC vetaria seu uso em salas de aula.

Porém assessores do MEC afirmam que Haddad tinha total conhecimento sobre o material “didático” pró-homossexualismo para as crianças das escolas públicas, que teria custado cerca de R$ 11 milhões dos cofres públicos.

O pré-candidato à prefeitura de São Paulo enfrenta diversos críticos que são contra suas ideias. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), é um de seus maiores opositores e já está fazendo forte campanha contra sua candidatura. Na porta do gabinete do parlamentar foi colocado um cartaz que traz a pergunta: “As crianças de 6 anos terão aula de homoafetividade nas escolas?”.

Haddad disse ainda que lamenta que o debate sobre o tema não aborde adequadamente a violência contra as pessoas com outra orientação sexual.

Fonte: Gospel+
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Novo “kit gay” é proposto pelo ministro da educação à presidente Dilma

O ministro da educação Fernando Haddad propôs a seis meses atrás o chamado “kit gay”, que foi vetado pela presidente Dilma, que o considerou inadequado. Agora ele volta com a proposta de um novo kit, que segundo o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) contaria, inclusive, com cotas para professores gays em concursos da rede pública de ensino.

Bolsonaro afirma, segundo o R7, que o kit que seria distribuído sem que a Câmara dos Deputados fosse chamada ao debate sobre a pertinência do material levaria cartilhas, cartazes e vídeos para 6.000 escolas do ensino público. O parlamentar afirma que o material apelidado por ele de “kit gay 2”, “é muito pior do que o primeiro”.

O parlamentar do PP carioca chegou a questionar a sexualidade da presidente Dilma na semana passada : “Se gosta de homossexual, assuma. Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma, mas não deixe que essa covardia entre nas escolas do primeiro grau”, disse Bolsonaro ao falar do “kit gay”.

Diversas lideranças religiosas se colocam contra a distribuição do kit nas escolas, entre elas o Pastor Silas Malafaia, que pede para que os evangélicos façam uma acirrada campanha contra a candidatura de Haddad à prefeitura de São Paulo. Segundo Malafaia, o kit não é para proteger, e sim para se ensinar o homossexualismo.

Em sua possível saída para disputar a prefeitura de São Paulo, o ministro Haddad (autor da ideia do “kit gay”) pode ser substituído no ministério da educação por Marta Suplicy, que a algum tempo atrás foi manchete por sua polêmica frase “relaxa e goza” quando falava da crise aérea no Brasil.

Fonte: Gospel+
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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Criador do kit gay para crianças será candidato a prefeito de São Paulo. Assembléia de Deus á declarou guerra

Criador do kit gay para crianças será candidato a prefeito de São Paulo. Assembléia de Deus á declarou guerra
O pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad já possui um inimigo a mais na disputa eleitoral. O candidato, que é o preferido pelo ex-presidente Lula para concorrer ao cargo em 2012, despertou um sentimento de revanche em alguns líderes da Assembleia de Deus, maior igreja evangélica do País, segundo o jornalista Lauro Jardim na coluna Radar Online da revista Veja.
Fernando Haddad era o Ministro da Educação quando o MEC elaborou uma cartilha anti-homofobia que continha cenas de nudez e sexo homossexual explícitas. O material só não foi distribuído nas escolas públicas de todo o país pois a Presidente Dilma vetou, cedendo a pressões dos evangélicos.
No entendimento dos líderes, faltou consideração por parte de Haddad em relação à maioria cristã no Brasil. Há reclamações por parte de todos os setores da sociedade, que um material sobre o tema deveria ser mais bem discutido. “Não vou deixar o Haddad em paz um minuto”, prometeu um dos líderes da Assembleia de Deus que não quis se identificar.
Fonte: Gospel+
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terça-feira, 14 de junho de 2011

Deputado gay Jean Wyllys diz que panfleto contra kit gay incita violência contra homossexuais por usar versículo bíblico

Deputado gay Jean Wyllys diz que panfleto contra kit gay incita violência contra homossexuais por usar versículo bíblico
O deputado gay Jean Wyllys, do Partido Socialista, entrou com um requerimento à Presidência da Câmara dos Deputados solicitando investigação de um panfleto que, de acordo com ele, difama o kit gay do MEC. Segundo o ex-BBB o material foi distribuído dentro do Congresso Nacional em Brasília.
Para o deputado federal carioca o panfleto é criminoso pois contem discurso religioso e estimula a violência contra homossexuais “para convencer os leitores de que a homossexualidade é pecado e deve ser punida com violência”, disse.
Na opinião de Jean Wyllys o autor do panfleto está incitando violência contra gays ao citar o versículo de Marcos 9:42:
“Mas todo o que fizer cair no pecado a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que uma pedra de moinho lhe fosse posta ao pescoço e o lançassem ao mar!”, disse Jesus.
Segundo o deputado “se estivessem distribuindo um material pregando o ódio e a violência contra os negros ou as mulheres, este material seria imediatamente investigado, agora por ser um discurso contra um tema que goza do aceite social, não haverá retaliação?” e completa afirmando que o panfleto seria uma “afronta aos Direitos Humanos dos homossexuais”.
Será iniciado um processo de investigação pela Polícia Legislativa afim de encontrar os autores do material. Se houver ligação de algum parlamentar ao panfleto com texto bíblico, um inquérito será imediatamente aberto contra o mesmo.
Fonte: Gospel+
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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Enquanto o Brasil tenta distribuir o kit gay, na Argentina crianças recebem kit de prevenção a corrupção

O governo argentino criou uma espécie de “kit anticorrupção” para ser distribuído a 1 milhão de alunos do ensino médio no país.
O objetivo é fazer com que os adolescentes reflitam sobre o assunto ao mostrar que atitudes transgressoras nascem em pequenas ações como colar em uma prova na escola.
O material de 62 páginas foi criado pelo Departamento Anticorrupção e traz também um vídeo ficcional com a história de um jovem que rouba as respostas de um exame de inglês, mas tempos depois não consegue arranjar emprego por não dominar a língua.
De acordo com o jornal argentino Clarín, o guia tenta conscientizar os jovens de que a “corrupção está profundamente enraizada em um traço cultural.”
Para ilustrar a mensagem, o texto compara a atitude de um funcionário público que desvia dinheiro destinado a hospitais a de uma pessoa que pega transporte público sem pagar passagem.
O kit afirma ainda que algumas ações, como jogar papel na rua, por menores que possam parecer, podem influenciar outras pessoas o que causaria entupimento de ralos e canais e, consequentemente, inundações. E estas enchentes são responsáveis, muitas vezes, pela morte de pessoas.
A divulgação de que o Departamento Anticorrupção fez um convênio com o Ministério da Educação para utilizar o guia nas aulas de Formação Ética e Cidadania causou polêmica. Os críticos dizem que o conteúdo minimiza a corrupção por parte de políticos do Estado.
Fonte: G+
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Parlamentares evangélicos querem que combate a intolerância religiosa esteja novo Kit Gay

Parlamentares evangélicos querem que combate a intolerância religiosa esteja novo Kit Gay
O governo estuda ampliar o enfoque do “kit anti-homofobia” e transformá-lo em uma iniciativa de combate a todas as formas de discriminação, disse nesta terça-feira o ministro Fernando Haddad (Educação).
De acordo com o ministro, a medida foi sugerida por parlamentares da Frente da Família, que se preocupariam “com todas as formas de preconceito”, e está sendo avaliada. A produção do kit, destinado a alunos do ensino médio, foi suspensa na semana passada por ordem da presidente Dilma Rousseff, que afirmou que o governo não pode “defender uma opção sexual”.
A nova versão do material, agora, poderá abranger também o combate a outras formas de intolerância, como a religiosa, segundo Haddad. Ele afirmou que já há materiais elaborados pelo MEC (Ministério da Educação) sobre esses outros temas.
Fonte: G+ / Folha
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MEC será investigado por desperdício de dinheiro público no Kit Gay

MEC será investigado por desperdício de dinheiro público no Kit Gay
O Tribunal de Contas da União (TCU) informou nesta quarta-feira (1º) que vai cobrar do Ministério da Educação explicações sobre a possibilidade de “desperdício” de recursos públicos na produção dos kits anti-homofobia, que seriam distribuídos em escolas. Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff cancelou a produção do material.
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação informou que vai aguardar a comunicação oficial do TCU para se pronunciar sobre o assunto.
A investigação foi proposta pelo ministro do TCU José Jorge, responsável pela fiscalização dos gastos do Ministério da Educação, por causa da decisão da presidente de suspender a produção do material, destinado a combater o preconceito contra homossexuais. A alegação da presidente é que o governo não pode interferir na vida privada dos brasileiros.
“[Desperdício] é o que pode ter ocorrido quando o governo desistiu de distribuir os kits às escolas, conforme informações veiculadas pela imprensa. Diante desse quadro, o Tribunal pode e deve agir, cobrando explicações dos responsáveis acerca dos gastos efetuados com a elaboração do material”, afirmou o ministro, durante a sessão desta quarta.
De acordo com a assessoria do TCU, serão pedidas ao Ministério da Educação informações como valor total gasto até o momento e forma de concepção e produção do material.
Jorge deixou claro que o TCU não vai se pronunciar sobre o conteúdo ou a “escolha da política pública”. “O TCU deve passar ao largo do exame da conveniência ou adequabilidade da abordagem adotada pelo Ministério da Educação para orientar educadores e jovens estudantes”, disse o ministro do TCU.
Fonte: G+ / G1
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

‘Kit gay’ será reformulado e lançado até fim do ano, diz Haddad


É, parece que a ultima palavra não é da Presidente Dilma neh!!!
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira em São Paulo que o controverso kit anti-homofobia será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano. O anúncio acontece um dia depois de a presidente Dilma Roussef criticar o conteúdo do material, que ainda está em fase de avaliação pelo MEC. De acordo como Haddad, os vídeos do projeto serão refeitos e distribuídos a professores do ensino médio de escolas onde houver registro de casos de homofobia.

O ministro afirmou que ainda está em discussão se serão mantidas as diretrizas que guiaram a formulação do material. “Essa será uma discussão técnica, que contará com a participação de especialistas no assunto”, disse Haddad, que esteve em São Paulo para a inauguração do Campus de Osasco da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
De acordo com o ministro, as mudanças no chamado “kit-gay” não vão onerar o estado, uma vez que o convênio firmado entre o MEC e as ONGs responsáveis pelo kit previa a possibilidade de alterações. “O custo original de 1,8 milhão de reais inclui quantas reformulações forem necessárias.” O kit contém três vídeos e uma cartilha. Até agora, a produção envolveu gastos com pesquisa, produção e gravação dos vídeos, além da realização de seminários para treinamento de cerca de 200 pessoas no final de 2010.
Enem – Haddad afirmou ainda que o MEC se prepara para iniciar, em 2011, estudos para a realização futura do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em formato eletrônico. Para isso, analisa locais seguros onde poderão ser instalados computadores para a realização da prova.
Outro passo é capacitar professores universitários para a produção de mais questões: elas serão acrescentadas ao banco de dados e utilizadas futuramente. O procedimento é ancorado na Teoria de Reposposta ao Item (TRI), na qual se apoia o Enem, que garante que o exame pode ser replicado várias vezes, apresentando sempre o mesmo grau de dificuldade a todos os candidatos.
O ministro acrescentou que o MEC ainda espera notificação judicial acerca da ação movida pelo Ministério Público Federal no Ceará sobre o Enem. O promotor Oscar Costa Filho pede que o Inep, responsável pela realização do exame, altere o edital da prova, permitindo a revisão de notas.
Revista Veja / Portal Padom
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