Diante do crescente movimento anticristão em diferentes países do Oriente Médio e do norte da África nos últimos meses, o sheik Abdullah bin Abdul Aziz, afirmou que é necessário “destruir todas as igrejas” da região.Ele é o grão-mufti da Arábia Saudita, maior autoridade espiritual da nação que é berço do Islamismo. Segundo a Missão Portas, é o segundo país que mais persegue os cristãos, Abertas. O líder religioso é o chefe do “Conselho de Ulama” [eruditos islâmicos] e da Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas (decretos religiosos). Suas palavras sempre têm grande repercussão, sobretudo entre os muçulmanos sunitas.
Junior Miranda
Um novo começo
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Meninas são enviadas a Síria pra promover a “guerra santa do sexo”
A questão do sexo no islamismo é cercada de controvérsias. Em cada grupo islâmico é tratada de uma maneira, às vezes sendo até conflitante. Mas uma coisa é certa o Alcorão tem uma promessa: “A menor recompensa para os fieis, que chegam ao paraíso, é uma habitação, onde 80.000 servos e 72 esposas estão ao seu serviço. Essa habitação é decorada com pérolas, águas marinhas e rubis, numa extensão que vai de Al-Jabiyyat até Damasco”.
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
Menina De 8 Anos Morre Após Fazer Sexo Com Seu Marido De 48
Polêmica tem sido gerado entre os ativistas iemenitas após a noticia da morte de uma menina de 8 anos, que faleceu logo depois de ter sido desvirginada pelo seus marido 40 anos mais velho que ela.
O incidente ocorreu na cidade de Hardi, localizada ao norte de Yermen, onde a família casou a menor com o homem. Após o casamento, a menina, identificada apenas como Rawan, sofreu ferimentos graves em seus órgãos genitais e uma hemorragia interna, após ter relações sexuais com seu marido, segundo informou o portal de noticias GulfNews.
O incidente ocorreu na cidade de Hardi, localizada ao norte de Yermen, onde a família casou a menor com o homem. Após o casamento, a menina, identificada apenas como Rawan, sofreu ferimentos graves em seus órgãos genitais e uma hemorragia interna, após ter relações sexuais com seu marido, segundo informou o portal de noticias GulfNews.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Cristã condenada à morte por beber água de poço muçulmano publicará livro contando seus dias na prisão
Já presa, Aasyia Noreen, conhecida como Asia Bibi, continua sofrendo maus tratos, e embora suas acusadoras tenham retirado a queixa de blasfêmia, o governo se recusa a libertá-la temendo os protestos da população, que é 97% muçulmana.
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Grupo com 15 rebeldes muçulmanos sequestra, estupra e mata adolescente cristã na Síria
A notícia está sendo veiculada pelos principais veículos de informação cristãos do mundo, e segundo o site Acontecer Cristiano, apesar de a jovem ter sido assassinada, a família dela conseguiu escapar da cidade.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Extremistas islâmicos executam jovem por ter abandonado o islã e se convertido ao cristianismo
Membros da Al Shabaab, grupo militante islâmico que opera na Somália, arrastaram o jovem cristão para um lugar publico na cidade de Jilib, onde dispararam em sua cabeça. Uma testemunha contou que “muitas pessoas viram esta ação horrível, incluindo mulheres e crianças”.
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
Vídeo de cristãs sendo estupradas por muçulmanos gera polêmica
agredindo e estuprando duas mulheres cristãs em uma rua movimentada na capital do Egito em plena luz do dia. No início da filmagem é possível ouvir os estupradores gritando repetidamente a palavra “Nasara”, uma forma depreciativa de identificar os cristãos no Alcorão.
Isso indica que as duas mulheres que gritam e correm são coptas, maior denominação cristã do Egito. Elas são derrubadas por vários muçulmanos que as atacam, tiram a roupa, e tentam estuprá-las.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Cristãos e muçulmanos se unem para banir o casamento gay na Libéria
A campanha lançada pelos religiosos busca reunir 1 milhão de assinaturas para apoiar uma resolução que proíbe atividades de gays e lésbicas no país. De acordo com Jim Tornonlah, líder da campanha, mais de 25 mil assinaturas já foram coletadas até agora.
O Senado da Libéria aprovou recentemente um projeto de lei para fortalecer a legislação contra a homossexualidade, que precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados antes de ser enviada para que seja assinada pela a presidente Ellen Johnson-Sirleaf, que no início deste ano manifestou a sua oposição ao casamento homossexual, dizendo que se eles promoveram um projeto de lei para aprová-lo, ela não iria assinar.
Diante das declarações da presidente, o Departamento de Estado afirmou ser uma ofensa sua postura sobre os direitos de gays. Essa manifestação a fez suavizar seu discurso dizendo que seu governo “garante as liberdades civis do povo”.
Segundo informações do Noticia Cristiana, na manifestação de sábado contra o casamento gay, o representante do Conselho de Igrejas da Libéria, Rodolfo Marsh, criticou a influência de potências estrangeiras no país.
- Há coisas boas na América que podemos copiar, você não precisa copiar o ruim. Vamos deixar os males para os americanos – declarou.
Marsh chamou ainda os cristãos e muçulmanos da Libéria para se unirem “e dizer ao mundo que a Libéria é um lugar para as pessoas civilizadas e não permite o casamento gay”.
Líder muçulmano Sheikh, Omaru Kamara, em nome de sua fé no ato, elogiou a unidade de propósito entre os cristãos e os muçulmanos, que eram contra a homossexualidade.
Fonte: Gospel+
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Convertidos que abandonaram o islamismo são decapitados
Extremistas islâmicos do grupo rebeldes Al-Shabaab da Somália decapitaram na sexta-feira (16) um cristão na cidade costeira de Barawa. O jovem era acusado de ser um espião e abandonar o islã.
Farhan Haji Mose tinha 25 anos de idade e, segundo fontes cristãs, ele foi vigiado por seis meses, antes de ser morto.
Nascido em família muçulmana, Mose despertou suspeitas quando ele voltou para a Somália, no final do ano passado, após passar um tempo no Quênia, onde se converteu. Enquanto a Somália é quase 100 por cento muçulmana, 83% dos quenianos são cristãos.
Uma multidão foi reunida na cidade costeira na manhã de sexta-feira para assistir a execução de Mose, disseram as fontes. ”Seu corpo foi dividido em dois e, em seguida, jogados perto da praia de Barawa” disse um cristão que testemunhou o assassinato.
Rebeldes da Al Shabaab mataram dezenas de cristãos convertidos do islamismo desde que iniciaram uma campanha para “livrar” a Somália do cristianismo. Calcula-se que eles sejam entre três e sete mil soldados, procurando impor uma rigorosa versão da sharia (lei islâmica) na Somália.
O governo de transição que está no poder afirma ser moderado, mas sabe-se que já adotou uma versão da sharia que prevê a pena de morte para aqueles que deixam o islã.
Considerada uma organização terrorista por vários governos ocidentais, a Al Shabaab é um dos vários grupos paramilitares que surgiram depois que as forças rebeldes etíopes tomaram o poder na Somália em 2006.
Mortes violentas de cristãos na região tem assustado até mesmo os muçulmanos que não concordam com ações como decapitação e crucificação a que são submetidos os muçulmanos que se convertem a Cristo.
Testemunhas muçulmanas descreveram as mesmas cenas de execuções. Eles temem os extremistas, que acusaram Mose de ser um espião a serviços dos estrangeiros e de abraçar a “religião estrangeira do cristianismo.”
Um pescador muçulmano que trouxe o corpo de Mose para a praia no dia seguinte lamentou, “Foi um assassinato brutal. Por que o Al Shabaab matou esse homem? Será que ele merece uma morte tão violenta porque se uniu com o povo cristão no Quênia? ”
“Estou triste com a morte do meu amigo Mose”, disse um cristão membro da igreja subterrânea do país. Ele conta que havia incentivado Mose a seguir a nova fé depois que o jovem voltou do Quênia. Um líder da igreja na região disse que as pessoas que abandonam o Islamismo precisam estar preparadas para perseguições. Traduzido de Morning Star News.
Fonte: Gospel prime
Farhan Haji Mose tinha 25 anos de idade e, segundo fontes cristãs, ele foi vigiado por seis meses, antes de ser morto.
Nascido em família muçulmana, Mose despertou suspeitas quando ele voltou para a Somália, no final do ano passado, após passar um tempo no Quênia, onde se converteu. Enquanto a Somália é quase 100 por cento muçulmana, 83% dos quenianos são cristãos.
Uma multidão foi reunida na cidade costeira na manhã de sexta-feira para assistir a execução de Mose, disseram as fontes. ”Seu corpo foi dividido em dois e, em seguida, jogados perto da praia de Barawa” disse um cristão que testemunhou o assassinato.
Rebeldes da Al Shabaab mataram dezenas de cristãos convertidos do islamismo desde que iniciaram uma campanha para “livrar” a Somália do cristianismo. Calcula-se que eles sejam entre três e sete mil soldados, procurando impor uma rigorosa versão da sharia (lei islâmica) na Somália.
O governo de transição que está no poder afirma ser moderado, mas sabe-se que já adotou uma versão da sharia que prevê a pena de morte para aqueles que deixam o islã.
Considerada uma organização terrorista por vários governos ocidentais, a Al Shabaab é um dos vários grupos paramilitares que surgiram depois que as forças rebeldes etíopes tomaram o poder na Somália em 2006.
Mortes violentas de cristãos na região tem assustado até mesmo os muçulmanos que não concordam com ações como decapitação e crucificação a que são submetidos os muçulmanos que se convertem a Cristo.
Testemunhas muçulmanas descreveram as mesmas cenas de execuções. Eles temem os extremistas, que acusaram Mose de ser um espião a serviços dos estrangeiros e de abraçar a “religião estrangeira do cristianismo.”
Um pescador muçulmano que trouxe o corpo de Mose para a praia no dia seguinte lamentou, “Foi um assassinato brutal. Por que o Al Shabaab matou esse homem? Será que ele merece uma morte tão violenta porque se uniu com o povo cristão no Quênia? ”
“Estou triste com a morte do meu amigo Mose”, disse um cristão membro da igreja subterrânea do país. Ele conta que havia incentivado Mose a seguir a nova fé depois que o jovem voltou do Quênia. Um líder da igreja na região disse que as pessoas que abandonam o Islamismo precisam estar preparadas para perseguições. Traduzido de Morning Star News.
Fonte: Gospel prime
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
670 milhões de muçulmanos esperam para breve a vinda do último profeta do islã
Mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica a nova pesquisa Pew Research. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã profeta islâmico, que virá governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá.
Os resultados confirmam as previsões do autor cristão Joel Richardson, que lançou recentemente o livro “The Middle East Beast”, uma continuação do seu best-seller de 2009: “O Anticristo islâmico”.
Richardson tem sido criticado repetidamente por alertar os cristãos que muitos muçulmanos vêem na vinda Mahdi o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino de sete anos.
A pesquisa divulgada pelo Instituto Pew Research mostra que no Oriente Médio, Norte da África, Sul da Ásia e Sudeste da Ásia “metade ou mais muçulmanos acreditam que vão viver para ver a vinda do Mahdi”. Esta expectativa é mais difundida no Afeganistão (83 %), Iraque (72 %), Tunísia (67 %), Turquia (68%) e Malásia (62 %).
“Em alguns países com populações sunitas e xiitas maiores, os pontos de vista sobre o retorno do Mahdi diferem. No Iraque, por exemplo, os xiitas são mais propensos do que os sunitas a esperar que o Mahdi venha em breve. No Azerbaijão, a diferença entre os dois grupos também é grande (25 pontos percentuais)”, disse o relatório. “As diferenças entre xiitas e sunitas sobre esta questão reflete o papel mais central que o retorno do Mahdi desempenha no islamismo xiita.”
Em resumo, estima-se que 672 milhões muçulmanos esperam testemunhar em breve o regresso do Mahdi. “Agora, pela primeira vez, um estudo abrangente, incluindo dezenas de milhares de muçulmanos, em mais de 23 países, pergunta se eles acreditavam que a vinda do Mahdi era iminente, que ocorreria em breve. Os resultados provam conclusivamente o que já venho alertando há muito tempo”, escreveu Joel Richardson.
O projeto Pew mostra ainda o que os muçulmanos acreditam sobre anjos, predestinação, vida após a morte, céu e inferno. Além disso, eles crêem que o Mahdi virá acompanhado de Jesus, que deverá negar o cristianismo e mostrar que o Islã é o penhor da fidelidade a Deus.
Os resultados do Pew sobre a crença no Mahdi:

“Outro fator importante que eu tenho ressaltado há anos, é que, embora os líderes do Irã regularmente façam muito alarde sobre o Mahdi – muitas vezes referindo-se a ele como o 12º Imã… Os estudiosos muçulmanos iranianos desenvolveram uma teologia muito profunda sobre o assunto… No meu livro ‘Anticristo Islâmico: A verdade chocante sobre a verdadeira natureza da besta” eu alerto as pessoas para observarem o mundo assustador das visões apocalípticas islâmicas, comparando-as com as profecias bíblicas sobre a vinda do Anticristo… O mundo deveria, de fato, ficar muito preocupado.
No meu novo livro, ‘A Besta do Oriente Médio’, eu demonstro como o anticristo será islâmico. É hora de o mundo cristão acordar e cair de joelhos em oração”, explica Joel Richardson.
Fonte: Gospel prime
Os resultados confirmam as previsões do autor cristão Joel Richardson, que lançou recentemente o livro “The Middle East Beast”, uma continuação do seu best-seller de 2009: “O Anticristo islâmico”.
Richardson tem sido criticado repetidamente por alertar os cristãos que muitos muçulmanos vêem na vinda Mahdi o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino de sete anos.
A pesquisa divulgada pelo Instituto Pew Research mostra que no Oriente Médio, Norte da África, Sul da Ásia e Sudeste da Ásia “metade ou mais muçulmanos acreditam que vão viver para ver a vinda do Mahdi”. Esta expectativa é mais difundida no Afeganistão (83 %), Iraque (72 %), Tunísia (67 %), Turquia (68%) e Malásia (62 %).
“Em alguns países com populações sunitas e xiitas maiores, os pontos de vista sobre o retorno do Mahdi diferem. No Iraque, por exemplo, os xiitas são mais propensos do que os sunitas a esperar que o Mahdi venha em breve. No Azerbaijão, a diferença entre os dois grupos também é grande (25 pontos percentuais)”, disse o relatório. “As diferenças entre xiitas e sunitas sobre esta questão reflete o papel mais central que o retorno do Mahdi desempenha no islamismo xiita.”
Em resumo, estima-se que 672 milhões muçulmanos esperam testemunhar em breve o regresso do Mahdi. “Agora, pela primeira vez, um estudo abrangente, incluindo dezenas de milhares de muçulmanos, em mais de 23 países, pergunta se eles acreditavam que a vinda do Mahdi era iminente, que ocorreria em breve. Os resultados provam conclusivamente o que já venho alertando há muito tempo”, escreveu Joel Richardson.
O projeto Pew mostra ainda o que os muçulmanos acreditam sobre anjos, predestinação, vida após a morte, céu e inferno. Além disso, eles crêem que o Mahdi virá acompanhado de Jesus, que deverá negar o cristianismo e mostrar que o Islã é o penhor da fidelidade a Deus.
Os resultados do Pew sobre a crença no Mahdi:
“Outro fator importante que eu tenho ressaltado há anos, é que, embora os líderes do Irã regularmente façam muito alarde sobre o Mahdi – muitas vezes referindo-se a ele como o 12º Imã… Os estudiosos muçulmanos iranianos desenvolveram uma teologia muito profunda sobre o assunto… No meu livro ‘Anticristo Islâmico: A verdade chocante sobre a verdadeira natureza da besta” eu alerto as pessoas para observarem o mundo assustador das visões apocalípticas islâmicas, comparando-as com as profecias bíblicas sobre a vinda do Anticristo… O mundo deveria, de fato, ficar muito preocupado.
No meu novo livro, ‘A Besta do Oriente Médio’, eu demonstro como o anticristo será islâmico. É hora de o mundo cristão acordar e cair de joelhos em oração”, explica Joel Richardson.
Fonte: Gospel prime
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quarta-feira, 25 de julho de 2012
Líder muçulmano, diz aos iranianos: “Prepara-se para a guerra e o fim do mundo”
Segundo a crença xiita, o Mahdi chegará no dia do Juízo Final para salvar o mundo e estabelecer a ordem islâmica na Terra.
O líder religioso destacou que agora o dever dos iranianos é “se preparar para a vinda do grande líder e estarem prontos para a guerra”.
“Sob direção de Allá e seu apoio invisível faremos que a civilização islâmica triunfe em âmbito internacional. É o nosso destino”, disse o aiatolá.
Recentemente as autoridades iranianas começaram a distribuir entre os militares do país um folheto denominado: “Os últimos seis meses” que os encoraja para a chegada de um imã e face a face do Ocidente, o que aumenta sua força nuclear, informou a imprensa local.
Fonte: Portal Padom
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sábado, 14 de julho de 2012
Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad diz que “Israel deve ser destruído”
“O Islã é uma religião universal e Deus não enviou nenhuma outra religião. Deus não enviou qualquer religião chamada cristianismo ou judaísmo. Abraão foi pregador do Islã, e assim era Moisés e Jesus”, “Deus enviou uma religião que é o Islã. Nosso amado profeta pertence a todos e ele é o último de todos os profetas. Ele também é o profeta dos americanos, europeus e asiáticos. Ele é o profeta dos budistas e veio para salvar todos!”, citou em seu discurso o líder iraniano.
Ahmadinejad também se dirigiu a Israel, insinuado a destruição do país judaico. “A ponta afiada de todas as revoluções e levantes deve apontar para o regime sionista de Israel, porque é a base de toda a arrogância. É por isso que deve ser destruído.”, finalizou o presidente.
Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
Videos Chocantes, de crianças sendo treinadas para matar ou morrer – assista – Crianças árabes
As crianças na palestina são influênciadas pelos próprios pais, pela midia e pela escola, a terem ódio dos judeus e matar e morrer por Alá.
Recomendamos que você assista todos os videos, e divulgue nas redes sociais.
Recomendamos que você assista todos os videos, e divulgue nas redes sociais.
Crianças árabes são doutrinadas ao ódio pela mídia
Crianças estão convencidas do ideal de morrer como Shahid
Atuação de crianças na associação Islâmica de Gaza
Cerimônia de Formatura em Jardim de Infância do Hamas
Fonte: Portal padom
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Irã afirma que possui manuscrito antigo da Bíblia que “desacreditará o cristianismo”
O governo do Irã divulgou ontem (25) que um manuscrito da Bíblia, com 1500 anos de idade e que contém “novos ensinamentos” atribuídos a Jesus Cristo, é capaz de causar o colapso do cristianismo.
O livro com mais de 1500 anos foi confiscado na Turquia em 2000, durante a investigação e prisão de uma quadrilha de contrabandistas de antiguidades, apontam os relatórios do jornal Daily Mail. As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas estão hoje negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.
As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo descritas no Livro de Atos.
Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.
“A descoberta do original texto de Barnabé vai revolucionar a religião no mundo”, diz o relatório Basij. Nenhum meio de comunicação publicou os versos. A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.
A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”.
Especialistas cristãos negam a existência de tal evangelho, que consideram um apócrifo (não inspirado por Deus). A autenticidade do livro precisaria ser provada por autoridades independentes. Porém, alguns especialistas já afirmaram que o Irã está promovendo a descoberta do livro 12 anos depois porque hoje o cristianismo tem se tornado uma ameaça em seu país.
O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.
O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.
A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: ’Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, ”significado Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta ”
Erick Stakelbeck, apresentadora de TV e estudioso de assuntos iranianos, disse ao site WND: “Ao promover a chamada Bíblia de Barnabé, que não é aceita por nenhuma denominação cristã dominante, o regime iraniano tenta mais uma vez desacreditar a fé cristã. O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo usando todos os meios necessários. Isso significa a execução de muçulmanos convertidos, queima de Bíblias ou invasão das igrejas subterrâneas”.
No ano passado, as autoridades iranianas confiscaram e queimaram cerca de 6.500 Bíblias por ordem do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
Desde sua descoberta, o livro vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara. Agora, a Turquia planeja colocar o livro em exposição pública. A teoria mais comum entre os cristãos é que um exame do texto sugere que ele seria similar ao material apócrifo escrito no século XIV.
Fonte: Gospel prime
O livro com mais de 1500 anos foi confiscado na Turquia em 2000, durante a investigação e prisão de uma quadrilha de contrabandistas de antiguidades, apontam os relatórios do jornal Daily Mail. As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas estão hoje negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.
As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo descritas no Livro de Atos.
Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.
“A descoberta do original texto de Barnabé vai revolucionar a religião no mundo”, diz o relatório Basij. Nenhum meio de comunicação publicou os versos. A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.
A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”.
Especialistas cristãos negam a existência de tal evangelho, que consideram um apócrifo (não inspirado por Deus). A autenticidade do livro precisaria ser provada por autoridades independentes. Porém, alguns especialistas já afirmaram que o Irã está promovendo a descoberta do livro 12 anos depois porque hoje o cristianismo tem se tornado uma ameaça em seu país.
O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.
O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.
A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: ’Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, ”significado Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta ”
Erick Stakelbeck, apresentadora de TV e estudioso de assuntos iranianos, disse ao site WND: “Ao promover a chamada Bíblia de Barnabé, que não é aceita por nenhuma denominação cristã dominante, o regime iraniano tenta mais uma vez desacreditar a fé cristã. O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo usando todos os meios necessários. Isso significa a execução de muçulmanos convertidos, queima de Bíblias ou invasão das igrejas subterrâneas”.
No ano passado, as autoridades iranianas confiscaram e queimaram cerca de 6.500 Bíblias por ordem do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
Desde sua descoberta, o livro vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara. Agora, a Turquia planeja colocar o livro em exposição pública. A teoria mais comum entre os cristãos é que um exame do texto sugere que ele seria similar ao material apócrifo escrito no século XIV.
Fonte: Gospel prime
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Homem é preso por insultar Maomé no Twitter
O Estado do Golfo Árabe, nos emirados Árabes, prendeu um homem no Kuweit por ter encontrado em sua conta do Twitter ofensas ao profeta Maomé.
A legislação local publicada em 1961 considera a blasfêmia ilegal e por isso o homem que não foi identificado foi levado para a prisão. Mas ao contrário da Arábia Saudita que decreta a pena de morte para quem insulta o profeta maior do Islã, o Kuweit vai interrogar o homem e em caso condenação ele continuará preso.
O comunicado na agência de notícias estatal KUNA disse que além de Maomé o acusado também difamou seus companheiros, esposa e a fé islâmica. Diante do caso o Ministério do Interior “lamentou o abuso das redes sociais por alguns indivíduos para ofender valores básicos e espirituais do Islã e jurou não ter tolerância nenhuma para combater ofensas tão sérias”, segundo nota enviada para a imprensa local.
Os periódicos informaram que o homem negou as acusações dizendo que foi vítima de hackers. “Eu nunca vou atacar o profeta sagrado”, disse ele dizendo que teve sua conta do Twitter invadida.
Fonte: Gospel prime
A legislação local publicada em 1961 considera a blasfêmia ilegal e por isso o homem que não foi identificado foi levado para a prisão. Mas ao contrário da Arábia Saudita que decreta a pena de morte para quem insulta o profeta maior do Islã, o Kuweit vai interrogar o homem e em caso condenação ele continuará preso.
O comunicado na agência de notícias estatal KUNA disse que além de Maomé o acusado também difamou seus companheiros, esposa e a fé islâmica. Diante do caso o Ministério do Interior “lamentou o abuso das redes sociais por alguns indivíduos para ofender valores básicos e espirituais do Islã e jurou não ter tolerância nenhuma para combater ofensas tão sérias”, segundo nota enviada para a imprensa local.
Os periódicos informaram que o homem negou as acusações dizendo que foi vítima de hackers. “Eu nunca vou atacar o profeta sagrado”, disse ele dizendo que teve sua conta do Twitter invadida.
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Diretor da BBC confessa que zomba de Jesus, mas não faria o mesmo com Maomé
Para a empresa os cristãos não protestam quando são ofendidos, já os muçulmanos não aceitam quaisquer brincadeiras.
Durante uma entrevista o chefe da BBC, Mark Thompson, afirmou que a rede de televisão britânica zomba de Jesus, mas que jamais zombaria de Maomé porque tal ato geraria muita revolta no público, o que não acontece com os cristãos.
Em sua fala para a Universidade de Oxford ele explica que “para um muçulmano, uma representação, em particular, uma representação cômica ou degradante do profeta Maomé poderia ter a força emocional de uma peça de pornografia infantil grotesca”. Enquanto que para os cristãos esse tipo de zombaria não causa revoltas.
“Sobre Jesus se podem fazer brincadeiras, porque o cristianismo tem ombros largos e um número menor de ligações à etnia”, disse Thompson que confessou que seu canal jamais transmitiria Jerry Springer The Opera – musical que zombou de Jesus- se a sua meta fosse Maomé.
No ano passado um ex-âncora da BBC News, Peter Sissons, disse que o canal aceita insultos a cristãos porque é “jogo justo”, mas que nunca devem ofender os muçulmanos. Essa seria a política da empresa que é a maior rede de comunicação da Inglaterra.
“O Islã não deve ser ofendido por qualquer preço, embora os cristãos sejam jogo justo, porque eles não fazem nada sobre isso, se eles se ofendem”, disse Sissons em uma entrevista para o Daily Mail.
Fonte: Gospel prime
Durante uma entrevista o chefe da BBC, Mark Thompson, afirmou que a rede de televisão britânica zomba de Jesus, mas que jamais zombaria de Maomé porque tal ato geraria muita revolta no público, o que não acontece com os cristãos.
Em sua fala para a Universidade de Oxford ele explica que “para um muçulmano, uma representação, em particular, uma representação cômica ou degradante do profeta Maomé poderia ter a força emocional de uma peça de pornografia infantil grotesca”. Enquanto que para os cristãos esse tipo de zombaria não causa revoltas.
“Sobre Jesus se podem fazer brincadeiras, porque o cristianismo tem ombros largos e um número menor de ligações à etnia”, disse Thompson que confessou que seu canal jamais transmitiria Jerry Springer The Opera – musical que zombou de Jesus- se a sua meta fosse Maomé.
No ano passado um ex-âncora da BBC News, Peter Sissons, disse que o canal aceita insultos a cristãos porque é “jogo justo”, mas que nunca devem ofender os muçulmanos. Essa seria a política da empresa que é a maior rede de comunicação da Inglaterra.
“O Islã não deve ser ofendido por qualquer preço, embora os cristãos sejam jogo justo, porque eles não fazem nada sobre isso, se eles se ofendem”, disse Sissons em uma entrevista para o Daily Mail.
Fonte: Gospel prime
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Irã planeja ataque que poderá “varrer Israel do mapa em 9 minutos”
Um assessor do aiatolá Khamenei diz que o já está tudo preparado.
Nos últimos anos, Irã e Israel vivem um clima tenso, de ameaças mútuas e de um ataque iminente. O Pentágono já deu indício que espera para os próximos meses uma ofensiva israelense. Um colaborador próximo de Ali Khamenei, líder supremo iraniano, disse que já o aconselhou a atacar primeiro.
Alirezza Forghani, chefe-estrategista de Khamenei, divulgou parte de um relatório em que o aiatolá afirma: “está na hora de varrer Israel do mapa”. Temendo a crescente pressão internacional para seu desarmamento, foi desenhado pelo Irã um plano de ataque arrasador.
A manobra militar duraria apenas nove minutos, atacando em primeiro lugar os distritos com elevada taxa de população. Os mísseis Shahab 3 seriam responsáveis por matar 60% da população judaica na primeira investida.
Posteriormente, seriam disparados todos os mísseis Sejil a partir de Teerã, tendo como alvo as usinas nucleares em Dimona e Nahal Sorek. Mais tarde, os mísseis iranianos seriam lançados sobre a infra-estrutura básica do Estado judeu: aeroportos, usinas de força e instalações de tratamento de água. Por fim, mísseis Ghadar seriam usados para destruir os assentamentos humanos “até que o Estado judeu seja varrido do mapa”, disse Forghani.
O Irã é um dos principais produtores de mísseis do mundo, que já foram testados com sucesso em várias ocasiões. O plano de Forghani seria uma resposta ao anúncio do Pentágono de apoiar um programa de ataque israelense.
O Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CIEE), com sede em Washington, fez um relatório sobre a capacidade de Israel de impedir o desenvolvimento nuclear no Irã. A conclusão é clara: somente com o apoio dos EUA.
O relatório detalha que Israel teria como alvo de ataque as usinas nucleares, embora saiba que sua missão tem poucas garantias de sucesso. Trata-se de um ataque arriscado, mas se concentrará em três usinas nucleares iranianas: o Centro de Pesquisa de Isfahan, a usina de enriquecimento de urânio em Natanz, e reatores de água pesada em Arak, capazes de produzir plutônio.
O CIEE traça dois tipos de cenários possíveis. A primeira seria uma operação de combate com cerca de 90 aviões, que lançariam bombas poderosas para destruir as três usinas. A ideia básica é que a liberação de radiação poderia matar milhares de iranianos imediatamente.
A segunda opção de Tel Aviv seria usar pelo menos 42 mísseis balísticos “Jericó”. Os autores discutem também a possível reação iraniana e concordam que um contra-ataque com mísseis Shahab 3, carregados de produtos químicos, seria altamente destrutiva para Israel.
O relatório diz que um ataque israelense seria ineficaz para acabar de vez com o programa nuclear iraniano. O chefe da inteligência de Israel, Aviv Kochavi, advertiu que seu país “poderia ser atacado com 200.000 mísseis de países inimigos”.
Por outro lado, no mês passado, o jornal The Sunday Times publicou um artigo que afirmava que dois esquadrões da Força Aérea de Israel estavam realizando um treinamento para lançar uma sobre a usina de Natanz, onde Teerã enriquece urânio num bunker a cerca de 200 metros de profundidade.
O Serviço Secreto israelense (Mossad) está convencido que o Irã terá sua bomba atômica pronta em apenas dois anos e que um ataque convencional não seria suficiente para acabar com o projeto. Um dos agravantes é que o Irã tem alianças com outra potência nuclear, o Paquistão, e boas relações com a Federação da Rússia e a China. Esses aliados poderiam dispor de seu arsenal iniciando uma batalha mundial de consequências imprevisíveis.
Fonte: Gospel prime
Nos últimos anos, Irã e Israel vivem um clima tenso, de ameaças mútuas e de um ataque iminente. O Pentágono já deu indício que espera para os próximos meses uma ofensiva israelense. Um colaborador próximo de Ali Khamenei, líder supremo iraniano, disse que já o aconselhou a atacar primeiro.
Alirezza Forghani, chefe-estrategista de Khamenei, divulgou parte de um relatório em que o aiatolá afirma: “está na hora de varrer Israel do mapa”. Temendo a crescente pressão internacional para seu desarmamento, foi desenhado pelo Irã um plano de ataque arrasador.
A manobra militar duraria apenas nove minutos, atacando em primeiro lugar os distritos com elevada taxa de população. Os mísseis Shahab 3 seriam responsáveis por matar 60% da população judaica na primeira investida.
Posteriormente, seriam disparados todos os mísseis Sejil a partir de Teerã, tendo como alvo as usinas nucleares em Dimona e Nahal Sorek. Mais tarde, os mísseis iranianos seriam lançados sobre a infra-estrutura básica do Estado judeu: aeroportos, usinas de força e instalações de tratamento de água. Por fim, mísseis Ghadar seriam usados para destruir os assentamentos humanos “até que o Estado judeu seja varrido do mapa”, disse Forghani.
O Irã é um dos principais produtores de mísseis do mundo, que já foram testados com sucesso em várias ocasiões. O plano de Forghani seria uma resposta ao anúncio do Pentágono de apoiar um programa de ataque israelense.
O Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CIEE), com sede em Washington, fez um relatório sobre a capacidade de Israel de impedir o desenvolvimento nuclear no Irã. A conclusão é clara: somente com o apoio dos EUA.
O relatório detalha que Israel teria como alvo de ataque as usinas nucleares, embora saiba que sua missão tem poucas garantias de sucesso. Trata-se de um ataque arriscado, mas se concentrará em três usinas nucleares iranianas: o Centro de Pesquisa de Isfahan, a usina de enriquecimento de urânio em Natanz, e reatores de água pesada em Arak, capazes de produzir plutônio.
O CIEE traça dois tipos de cenários possíveis. A primeira seria uma operação de combate com cerca de 90 aviões, que lançariam bombas poderosas para destruir as três usinas. A ideia básica é que a liberação de radiação poderia matar milhares de iranianos imediatamente.
A segunda opção de Tel Aviv seria usar pelo menos 42 mísseis balísticos “Jericó”. Os autores discutem também a possível reação iraniana e concordam que um contra-ataque com mísseis Shahab 3, carregados de produtos químicos, seria altamente destrutiva para Israel.
O relatório diz que um ataque israelense seria ineficaz para acabar de vez com o programa nuclear iraniano. O chefe da inteligência de Israel, Aviv Kochavi, advertiu que seu país “poderia ser atacado com 200.000 mísseis de países inimigos”.
Por outro lado, no mês passado, o jornal The Sunday Times publicou um artigo que afirmava que dois esquadrões da Força Aérea de Israel estavam realizando um treinamento para lançar uma sobre a usina de Natanz, onde Teerã enriquece urânio num bunker a cerca de 200 metros de profundidade.
O Serviço Secreto israelense (Mossad) está convencido que o Irã terá sua bomba atômica pronta em apenas dois anos e que um ataque convencional não seria suficiente para acabar com o projeto. Um dos agravantes é que o Irã tem alianças com outra potência nuclear, o Paquistão, e boas relações com a Federação da Rússia e a China. Esses aliados poderiam dispor de seu arsenal iniciando uma batalha mundial de consequências imprevisíveis.
Fonte: Gospel prime
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Governos da Arábia Saudita e Irã investem pesado para divulgar o Islamismo na América Latina
Canais de TV transmitem conteúdo muçulmano em espanhol.
Um canal estatal de televisão do Irã chamado Hispan TViniciou em dezembro de 2011 as suas transmissões em língua espanhola para o continente americano e Europa. A sede da emissora fica em Teerã e seu objetivo é popularizar o Islamismo entre os falantes da língua espanhola.
“A rede de TV iraniana abre uma janela para o país persa, berço de uma das civilizações mais antigas do planeta”, diz a nota oficial do governo. A programação inclui noticiários, filmes, séries, documentários, reportagens, entrevistas e programas de análise política, social e econômica. Sempre, claro, mostrando a perspectiva islâmica.
O canal anunciou a exibição em breve de documentários sobre o programa nuclear iraniano, o uso de latinos nas forças militares no Afeganistão, a resistência libanesa, a situação dos curdos na Turquia. Muitos deles têm uma forte orientação anti-americana. “Outros canais de língua espanhola não são independentes e apenas servem aos interesses dos Estados Unidos e de seus aliados”, enfatizou Mohammed Sarafraz, diretor do serviço de radiodifusão iraniano.
O primeiro programa transmitido pelo novo canal foi um filme retratando a vida de Maria e o nascimento de Jesus a partir do ponto de vista islâmico.
“Nosso objetivo é reforçar o conhecimento, elevar a compreensão mútua entre as diferentes culturas e convidar os povos de diversas nações, raças e religiões que se conheçam uns aos outros, sem preconceito”, explica o documento lido durante a inauguração.
O novo canal dará muita importância aos telejornais, cobrindo eventos no Irã, Oriente Médio, Espanha e América Latina, segundo seus dirigentes. Eles afirmam que já contam com uma rede de correspondentes por todo o mundo.
Stephen Johnson, que dirige o Centro das Américas de Estudos Estratégicos e Internacionais, compara os esforços do Irã em usar a mídia para melhorar sua imagem no exterior com o que o governo norte-americano fez com programas de rádio durante décadas.
O Irã tem feitos investimentos crescentes na América Latina, mas nem sempre com sucesso. A exigência de que as funcionárias usem o hijab [lenço] em um hospital financiado pelo Irã na Bolívia, atraiu críticas das autoridades locais. O Ministro das Relações Exteriores do Uruguai condenou as recentes declarações do embaixador iraniano que afirmou que os números dos judeus mortos no Holocausto (na casa dos milhões) eram falsas.
No ano passado, o Irã recebeu a classificação mais baixa fora numa pesquisa de opinião pública do Latinobarómetro. Foram entrevistas de mais de 20.000 pessoas, residentes em 18 países latinos (não incluindo Cuba). Apenas 25% dos entrevistados disseram ver o Irã como “bom” ou “muito bom”, enquanto 72% disseram que viam os Estados Unidos de forma positiva.
Mas a Arábia Saudita também decidiu usar a TV. No primeiro dia de 2012 começou a transmissão do canal Córdoba Televisión, administrada por uma fundação saudita extremista, sediada em Madri.
Agora, portanto, existem dois canais de TV via satélite em espanhol com programação 24 horas por dia divulgando o Islamismo para a Espanha, a América Latina e os latinos dos Estados Unidos.
Os transmissores do Córdoba Televisión estão instalados em dois galpões de um bairro de Madri, numa propriedade que pertence à “Fundação para a divulgação do Islã”, presidida pelo xeque Abdulaziz al Fawzan e conta com o respaldo e o financiamento da família real saudita.
A programação deste canal consistirá em documentais, reportagens e conversas relacionadas a temas religiosos. A maioria de seus jornalistas são espanhóis convertidos ao islamismo. Deste modo, o canal divulgará uma visão wahabista (islã ultra-conservador de origem saudita), uma ideologia que declara seu “ódio positivo” aos cristãos e justificar a marginalização da mulher nos países árabes.
O professor de teologia islâmica da Universidade Imã Mohamed Ibn Saud, é o mentor da Córdoba TV é membro do Comitê de Supervisão da Sharia (lei islâmica) da Arábia Saudita.
Fonte: Gospel prime
Um canal estatal de televisão do Irã chamado Hispan TViniciou em dezembro de 2011 as suas transmissões em língua espanhola para o continente americano e Europa. A sede da emissora fica em Teerã e seu objetivo é popularizar o Islamismo entre os falantes da língua espanhola.
“A rede de TV iraniana abre uma janela para o país persa, berço de uma das civilizações mais antigas do planeta”, diz a nota oficial do governo. A programação inclui noticiários, filmes, séries, documentários, reportagens, entrevistas e programas de análise política, social e econômica. Sempre, claro, mostrando a perspectiva islâmica.
O canal anunciou a exibição em breve de documentários sobre o programa nuclear iraniano, o uso de latinos nas forças militares no Afeganistão, a resistência libanesa, a situação dos curdos na Turquia. Muitos deles têm uma forte orientação anti-americana. “Outros canais de língua espanhola não são independentes e apenas servem aos interesses dos Estados Unidos e de seus aliados”, enfatizou Mohammed Sarafraz, diretor do serviço de radiodifusão iraniano.
O primeiro programa transmitido pelo novo canal foi um filme retratando a vida de Maria e o nascimento de Jesus a partir do ponto de vista islâmico.
“Nosso objetivo é reforçar o conhecimento, elevar a compreensão mútua entre as diferentes culturas e convidar os povos de diversas nações, raças e religiões que se conheçam uns aos outros, sem preconceito”, explica o documento lido durante a inauguração.
O novo canal dará muita importância aos telejornais, cobrindo eventos no Irã, Oriente Médio, Espanha e América Latina, segundo seus dirigentes. Eles afirmam que já contam com uma rede de correspondentes por todo o mundo.
Stephen Johnson, que dirige o Centro das Américas de Estudos Estratégicos e Internacionais, compara os esforços do Irã em usar a mídia para melhorar sua imagem no exterior com o que o governo norte-americano fez com programas de rádio durante décadas.
O Irã tem feitos investimentos crescentes na América Latina, mas nem sempre com sucesso. A exigência de que as funcionárias usem o hijab [lenço] em um hospital financiado pelo Irã na Bolívia, atraiu críticas das autoridades locais. O Ministro das Relações Exteriores do Uruguai condenou as recentes declarações do embaixador iraniano que afirmou que os números dos judeus mortos no Holocausto (na casa dos milhões) eram falsas.
No ano passado, o Irã recebeu a classificação mais baixa fora numa pesquisa de opinião pública do Latinobarómetro. Foram entrevistas de mais de 20.000 pessoas, residentes em 18 países latinos (não incluindo Cuba). Apenas 25% dos entrevistados disseram ver o Irã como “bom” ou “muito bom”, enquanto 72% disseram que viam os Estados Unidos de forma positiva.
Mas a Arábia Saudita também decidiu usar a TV. No primeiro dia de 2012 começou a transmissão do canal Córdoba Televisión, administrada por uma fundação saudita extremista, sediada em Madri.
Agora, portanto, existem dois canais de TV via satélite em espanhol com programação 24 horas por dia divulgando o Islamismo para a Espanha, a América Latina e os latinos dos Estados Unidos.
Os transmissores do Córdoba Televisión estão instalados em dois galpões de um bairro de Madri, numa propriedade que pertence à “Fundação para a divulgação do Islã”, presidida pelo xeque Abdulaziz al Fawzan e conta com o respaldo e o financiamento da família real saudita.
A programação deste canal consistirá em documentais, reportagens e conversas relacionadas a temas religiosos. A maioria de seus jornalistas são espanhóis convertidos ao islamismo. Deste modo, o canal divulgará uma visão wahabista (islã ultra-conservador de origem saudita), uma ideologia que declara seu “ódio positivo” aos cristãos e justificar a marginalização da mulher nos países árabes.
O professor de teologia islâmica da Universidade Imã Mohamed Ibn Saud, é o mentor da Córdoba TV é membro do Comitê de Supervisão da Sharia (lei islâmica) da Arábia Saudita.
Fonte: Gospel prime
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Livro escolar ensina a decepar pés e mãos como punição
Baseado na lei sharia o livro também ensina que os judeus precisam ser exterminados.
O Institute for Gulf Affairs, de Washington, Estados Unidos, recebeu edições de um livro escolar publicado pelo governo da Arábia Saudita que mostra como decepar pés e mãos de acordo com a Sharia, lei islâmica que pune diversos atos, entre eles o homossexualismo.
No livro os alunos aprendem como devem cortar pés e mãos de pessoas que precisam ser punidas, e também são ensinados de que todos os judeus precisam ser exterminados e os homossexuais devem ser “levados à morte”.
O órgão americano disse ao Daily Mail que a linguagem jihadista empregada no livro, que é destinado à crianças e adolescentes, nada mais é do que a preparação para o terrorismo. “”É onde o terrorismo começa, no sistema educacional”, disse Ali al-Ahmed, diretor do instituto.
Para os muçulmanos o “Corão”é a mais importante fonte da jurisprudência islâmica. Ele é quem dita punições de diversos atos considerados crimes para o Islã. A segunda fonte usada pela lei é a “Suna”, uma obra que narra a vida e os caminhos do profeta Maomé.
Fonte: Gospel prime
O Institute for Gulf Affairs, de Washington, Estados Unidos, recebeu edições de um livro escolar publicado pelo governo da Arábia Saudita que mostra como decepar pés e mãos de acordo com a Sharia, lei islâmica que pune diversos atos, entre eles o homossexualismo.
No livro os alunos aprendem como devem cortar pés e mãos de pessoas que precisam ser punidas, e também são ensinados de que todos os judeus precisam ser exterminados e os homossexuais devem ser “levados à morte”.
O órgão americano disse ao Daily Mail que a linguagem jihadista empregada no livro, que é destinado à crianças e adolescentes, nada mais é do que a preparação para o terrorismo. “”É onde o terrorismo começa, no sistema educacional”, disse Ali al-Ahmed, diretor do instituto.
Para os muçulmanos o “Corão”é a mais importante fonte da jurisprudência islâmica. Ele é quem dita punições de diversos atos considerados crimes para o Islã. A segunda fonte usada pela lei é a “Suna”, uma obra que narra a vida e os caminhos do profeta Maomé.
Fonte: Gospel prime
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
“Vote em nós, vamos matar mais judeus!”, pede partido político Hamas
Organização terrorista comemora 24° aniversário insistindo que seu objetivo maior é acabar com Israel.
Em uma declaração oficial de Ezedín Brigadas Qassam, braço armado da organização terrorista política, o Hamas se vangloriou de matar 1.365 israelenses e ferir outros 6.411 em 1117 ataques terroristas nas últimas duas décadas.
O Movimento de Resistência Islâmica, mais conhecido como Hamas, comemorou seu 24° aniversário revelando esses números chocantes para convencer os palestinos a votarem neles. A campanha política se baseia no argumento que eles irão matar mais judeus, noticiou o jornal Israel Today.
O grupo também afirmou ter lançado desde a Faixa de Gaza mais de 11.000 foguetes e mísseis contra o sul de Israel. A milícia perdeu 1848 homens durante os conflitos, também de acordo com seus dados.
Horas depois, dezenas de milhares de palestinos se reuniram em de Gaza para comemorar o aniversário de fundação do Hamas e seus sucessos contra os judeus de Israel. Oradores presentes no evento reiteraram que um de seus objetivos é a eliminação de Israel, por isso condenaram as negociações de paz no Oriente, classificando-as como uma “experiência fracassada”.
Muitos em Israel viram o evento público como o início da campanha do Hamas para as próximas eleições legislativas e presidenciais, que o líder palestino Mahmoud Abbas, anunciou que acontecerão em maio de 2012.
Além disso, 44% apoiariam a eleição do atual presidente, Mahmoud Abbas, para o cargo, enquanto 18% têm demonstrado apoio ao líder do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh. Nas eleições parlamentares, o Fatah receberia 46% dos votos (49% na Cisjordânia e na Faixa de Gaza de 42%), enquanto o Hamas teria 17% (14% na Cisjordânia e 22% em Gaza), conforme os últimos dados publicados.
Os líderes do Hamas, comprometeram-se ainda a não reconhecer Israel e tampouco parar a sua “resistência armada” contra o Estado judeu.
Fonte: Gospel Prime / Notícia Cristiana
Em uma declaração oficial de Ezedín Brigadas Qassam, braço armado da organização terrorista política, o Hamas se vangloriou de matar 1.365 israelenses e ferir outros 6.411 em 1117 ataques terroristas nas últimas duas décadas.
O Movimento de Resistência Islâmica, mais conhecido como Hamas, comemorou seu 24° aniversário revelando esses números chocantes para convencer os palestinos a votarem neles. A campanha política se baseia no argumento que eles irão matar mais judeus, noticiou o jornal Israel Today.
O grupo também afirmou ter lançado desde a Faixa de Gaza mais de 11.000 foguetes e mísseis contra o sul de Israel. A milícia perdeu 1848 homens durante os conflitos, também de acordo com seus dados.
Horas depois, dezenas de milhares de palestinos se reuniram em de Gaza para comemorar o aniversário de fundação do Hamas e seus sucessos contra os judeus de Israel. Oradores presentes no evento reiteraram que um de seus objetivos é a eliminação de Israel, por isso condenaram as negociações de paz no Oriente, classificando-as como uma “experiência fracassada”.
Muitos em Israel viram o evento público como o início da campanha do Hamas para as próximas eleições legislativas e presidenciais, que o líder palestino Mahmoud Abbas, anunciou que acontecerão em maio de 2012.
Além disso, 44% apoiariam a eleição do atual presidente, Mahmoud Abbas, para o cargo, enquanto 18% têm demonstrado apoio ao líder do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh. Nas eleições parlamentares, o Fatah receberia 46% dos votos (49% na Cisjordânia e na Faixa de Gaza de 42%), enquanto o Hamas teria 17% (14% na Cisjordânia e 22% em Gaza), conforme os últimos dados publicados.
Os líderes do Hamas, comprometeram-se ainda a não reconhecer Israel e tampouco parar a sua “resistência armada” contra o Estado judeu.
Fonte: Gospel Prime / Notícia Cristiana
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