Junior Miranda

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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Magno Malta defende redução da maioridade penal sem limite de idade e diz que adolescentes criminosos são “homens travestidos de crianças”

O debate nacional sobre a redução da maioridade penal foi trazido à tona recentemente por crimes de grande repercussão praticados por menores, e a mobilização de entidades diversas da sociedade civil tem cobrado que o Novo Código Penal mude o quatro atual.

O senador Magno Malta (PR-ES), em entrevista aos jornalistas Leandro Mazzini e Denise Rothernburg do programa Frente a Frente, da Rede Vida, afirmou que é a favor da redução da maioridade penal sem limite de idade.
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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Magno Malta e Lauriete se casam em cerimônia secreta

O senador Magno Malta (PR) e a deputada federal e cantora gospel Lauriete (PSC) se casaram na última quinta-feira (28). A união foi oficializada em uma cerimônia privada, em Guarapari.


Noivos há cerca de um mês, o casal escolheu a data para conciliar as agendas parlamentar e de shows dos dois. A cerimônia, mais reservada e familiar, não foi divulgada antecipadamente.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Jornalistas renomados saem em defesa do pastor Marco Feliciano: “No Brasil, opinião não é crime”

Após a onda de ataques a Marco Feliciano (PSC-SP), algumas figuras formadoras de opinião começam a ponderar sobre a questão envolvendo sua eleição à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.

A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do SBT Brasil, foi a primeira a se manifestar contra o exagero em torno dos protestos contrários a Feliciano. Agora, o jornalista Alexandre Garcia, que comenta política na TV Globo e na rádio Metropole, de Brasília, saiu em defesa de Feliciano dizendo que no Brasil, opinião não é crime.
“Tá uma novela essa história do pastor Marco Feliciano [...]
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Silas Malafaia, Marco Feliciano, Magno Malta e Sarney comentam polêmica com as notas de real: “Tenho pena de quem não acredita em Deus”

Após a ação movida pelo procurador federal Jefferson Aparecido Dias à Justiça Federal pedindoa retirada da frase “Deus seja louvado” nas cédulas da moeda nacional, as lideranças cristãs e políticos se pronunciaram com fortes críticas à representação.

A Redação do Gospel+ consultou o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) sobre o assunto, e obteve com exclusividade a antecipação do discurso que será feito por ele ainda hoje, 14/11, na Câmara dos Deputados.

Feliciano questiona se o “procurador já não tem preocupação com lides de maior importância” e afirma que “essa frase é tão abrangente que só não é relevante para menos de 2% (dois por cento), da população, manifestamente ateia”. O pastor pondera ainda que Jefferson Aparecido Dias não estaria “atinando para o fato de que em países aonde o respeito à individualidade do cidadão e a liberdade religiosa chega aos limites de extremos, ostentam frases semelhantes em suas cédulas e não temos conhecimento de ninguém que tenha se sentido ofendido a ponto de movimentar estruturas do Estado de tamanha relevância”.

O deputado Marco Feliciano afirmou ainda que apresentará projeto de lei para impedir qualquer iniciativa de retirada da frase “Deus Seja Louvado” das notas da moeda oficial do país: “Para por fim a essa polêmica, com constantes investidas desse Excelentíssimo Senhor Procurador da República, no sentido de retirar essa tradicional frase de nosso dinheiro, estou apresentando um Projeto de Lei, dispondo da obrigatoriedade da inscrição em nossas cédulas, dessa frase, e que, além do papel, a tenhamos gravada em nossos corações”.

O pastor Silas Malafaia afirmou, num vídeo publicado em seu site, que o procurador é o mesmo que aceitou e encaminhou uma denúncia de homofobia contra ele: “Eu to desconfiado que esse procurador não tem nada o que fazer. Eu acho que o procurador-geral da República tinha que arrumar um trabalho para esse cidadão”, disse o pastor Silas Malafaia.

Segundo o pastor Malafaia, “há uma tentativa de mudança do modelo judaico-cristão na sociedade ocidental para o modelo humanista-ateísta. A cultura de um povo não pode ser jogada no lixo por causa de alguém que tem uma convicção religiosa”, disse, lembrando: “E quem tá falando aqui é um pastor”.

Malafaia lembrou ainda que a Constituição Federal se apresenta como sendo elaborada “sob a proteção de Deus”, e que o procurador deveria propor também a mudança do nome de estados como Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo, além dos feriados católicos nacionais.

O senador Magno Malta se pronunciou sobre o assunto, e afirmou que recebeu a informação a respeito da ação com “tristeza e indignação”. Malta lembrou que a frase é uma “expressão de gratidão a Deus por todas as bênçãos recebidas no país que é um grande produtor, livre de guerras civis e catástrofes naturais”, e afirmou que pedirá explicações à procuradoria sobre o fundamento da ação judicial, pois apesar de o Estado brasileiro ser laico, o Brasil é um país formado por cristãos.

O presidente do Senado Federal, José Sarney, afirmou à agência de notícias da casa que considerava a iniciativa imprópria: “Eu acho que é uma falta do que fazer, porque, na realidade, precisamos cada vez mais ter a consciência da nossa gratidão a Deus por tudo o que ele fez por todos nós humanos e pela criação do universo. Nós não podemos jamais perder o dado espiritual. Eu tenho pena do homem que na face da terra não acredita em Deus”, disse.

O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, ironizou a ação: “Volte e meia, tudo indica, o procurador Jefferson Aparecido Dias, do Ministério Público Federal, fica com síndrome de abstinência dos holofotes e decide, então, inventar uma causa para virar notícia. Aprendeu, com a experiência, que dar uns cascudos em Deus — nada menos — ou na fé de mais de 90% dos brasileiros, que são cristãos, rende-lhe bons dividendos”.

Azevedo foi contundente em seu comentário sobre a iniciativa e o procurador Dias

-Jefferson é um homem destemido. Não tem receio de demonstrar a sua brutal e profunda ignorância [...]Como é que o doutor Jefferson tem o topete de evocar uma Constituição promulgada “sob a proteção de Deus” para banir das notas do real a expressão “Deus seja louvado”, sustentando que ela “impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões”? Doutor Jefferson é macho o bastante (em sentido figurado, claro, como o emprega o povo) para dar início a um movimento para cassar Deus da Constituição? Ou, acovardado, ele se limita a perseguir crucifixos em repartições públicas e a expressão genérica da fé em cédulas de dinheiro? [...]O nome disso é intolerância.

O pastor Ciro Zibordi, também em tom de ironia, criticou a iniciativa do procurador: “Ora, se a aludida frase incomoda tanto o MPF, bem como os ateístas, ativistas LGBTUVWXYZ e adeptos do laicismo, de modo geral, sugiro que eles façam propostas ou exigências mais amplas, além de requererem a exclusão dos ‘abomináveis’ dizeres contidos nas cédulas do real. Se o Estado é laico, como eles advogam, que não haja mais nenhum feriado ou comemoração religiosa no Brasil. Não seria bom para todos eliminar o calendário católico, em nome da laicização? Imagine o que aconteceria com o comércio, se não houvesse mais os dias de N.S. Aparecida, Páscoa, Finados e Natal”, pontuou.

Zibordi ainda questionou a relevância da iniciativa, e eventuais resultados práticos desse requerimento: “Ironias à parte, será que todo esse empenho em laicizar o Estado tornará o Brasil melhor? Será que a “relevante” conduta do MPF contribuirá para a diminuição dos índices de homicídio nas grandes cidades, melhorará a educação, a saúde pública e o trânsito, bem como tornará o nosso país mais civilizado?”.

Confira abaixo, a íntegra do vídeo publicado pelo pastor Silas Malafaia, onde ele discorre sobre o assunto:


Confira abaixo a íntegra do discurso do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP):


“DEUS SEJA LOUVADO”

Senhor Presidente,

Senhoras e Senhores Deputados.

Novamente faço uso desta tribuna para protestar minha indignação, e, com certeza de grande parte do Povo Brasileiro, com a atitude do Senhor Procurador da República, do Estado de São Paulo, Senhor Jefferson Aparecido Dias, que, em nova investida, tenta retirar das cédulas de dinheiro, que, circula em todo o Brasil a frase “Deus Seja Louvado”. Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, em São Paulo, o que esse Senhor vê na expressão, que lembra a presença insuperável de Deus em nossas vidas. Será que os direitos do cidadão em São Paulo, estão em um nível de perfeição tão avançado que esse Procurador já não tem preocupação com lides de maior importância? Vejamos, quando esse Procurador argumenta em sua petição que “o Estado Brasileiro é laico, e que deve desvincular-se de qualquer manifestação religiosa”. Sim, o Estado é laico, mas essa simples referência a Deus passa longe de qualquer matiz religiosa.

Essa frase é tão abrangente que só não é relevante para menos de 2% (dois por cento), da população manifestamente ateu, mesmo assim duvido que algum ateu de bom censo, estaria preocupado com fatos tão rasos, e, que em sã consciência não prejudicam a ninguém, e, não atinando para o fato de que em Países aonde o respeito à individualidade do cidadão e a liberdade religiosa chega aos limites de extremos, ostentam frases semelhantes em suas cédulas e não temos conhecimento de ninguém que tenha se sentido ofendido a ponto de movimentar estruturas do Estado de tamanha relevância. Sou pregador do evangelho, andei dezenas de Países do mundo, e, todos os Estados Brasileiros e nunca vi ninguém desprezar uma cédula de dinheiro por conter essa frase.

Para por fim a essa polêmica, com constantes investidas desse Excelentíssimo Senhor Procurador da República, no sentido de retirar essa tradicional frase de nosso dinheiro, estou apresentando um Projeto de Lei, dispondo da obrigatoriedade da inscrição em nossas cédulas, dessa frase, e que, além do papel, a tenhamos gravada em nossos corações. Como já citei nesta tribuna, em outra ocasião, quando esse assunto foi apresentado pela primeira vez, lembrei ao Senhor Jefferson Aparecido Dias, Procurador da República, que ele mesmo carregava em seu nome uma referência à Santa, e, nem por isso, tenho certeza, tenha se sentido constrangido.

Muito Obrigado!

Marco Feliciano, Deputado Federal PSC-SP.


Fonte: Gospel mais
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sábado, 1 de setembro de 2012

Frente Evangélica não vai aceitar a legalização do aborto, diz Magno Malta

Durante um reunião ocorrida nesta quinta-feira (30) entre a Frente Parlamentar Evangélica e o relator da proposta de reforma do Código Penal (PLS 236/12), senador Pedro Taques (PDT-MT), o senador Magno Malta (PR-ES) garantiu que os parlamentares evangélicos não vão aceitar qualquer tentativa de legalizar o aborto no Brasil.

“Nós não vamos negociar esse tema. Não atentaremos contra a natureza de Deus. Se Deus determina a vida e a ele cabe o porquê de todas as coisas, não cabe a nós questioná-lo”, afirmou.

O senador evangélico também debateu sobre a possibilidade de legalizar a posse de drogas, uma proposta que tem como objetivo não mais tratar como criminoso o indivíduo que for pego com uma quantidade de drogas e alegar que é para consumo próprio.

Na visão de Magno Malta a população é quem vai acabar perdendo com tal medida: “Estamos combatendo o tabagismo e as grandes indústrias estão perdendo lucro. A maconha, se legalizada, será industrializada. É preciso ter em vista quem ganhará com a legalização das drogas, porque a população em geral só tende a perder”.

Outro tema que não poderia deixar de ser debatido foi a criminalização das manifestações contra a homoafetividade. Em outras oportunidades o senador capixaba já se manifestou contra propostas como o PL 122/2006 que torna crime emitir opiniões contrárias a homoafetividade.

“Devo aos homossexuais o meu respeito e não sou homofóbico. Agora é preciso ficar claro que a televisão ridiculariza o tempo todo os homossexuais. Agora vai um pastor falar mal dos homossexuais. É preciso ter liberdade de expresso”, disse ele.

Fonte: Gospel prime
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sábado, 14 de julho de 2012

Pastor Silas Malafaia receberá o senador Magno Malta na próxima edição do Fala Malafaia para discutir homofobia e o novo Código Penal

Pastor Silas Malafaia receberá o senador Magno Malta na próxima edição do Fala Malafaia para discutir homofobia e o novo Código PenalNo próximo domingo, 15/07, o pastor Silas Malafaia receberá em seu programa, Fala Malafaia, o senador Magno Malta.

Na última edição do programa, que é transmitido pela Band, o pastor entrevistou o também pastor e escritor Oseias Gomes, autor do livro “Concordância Bíblica”.

Entre os convidados para a mesa de debate do programa estão os pastores Jabes Alencar e Abner Ferreira, além de Everaldo Pereira, vice-presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC).

Os assuntos que o pastor Silas Malafaia e seus convidados discutirão durante o programa estão ligados à política nacional, homofobia, crescimento da população evangélica, julgamento do pastor Yousef Nadarkhani e a proposta do novo Código Penal Brasileiro, que está sendo elaborado por uma comissão de juristas a convite do Congresso Nacional.

Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Magno Malta desmente informação de que teria dito que ex marido de Lauriete era gay e por isso se divorciaram

Magno Malta desmente informação de que teria dito que ex marido de Lauriete era gay e por isso se divorciaramO site Folha do Espírito Santo divulgou hoje uma notícia trazendo supostas afirmações do senador Magno Malta sobre o divórcio da cantora e deputada federal Lauriete do pastor e ex-deputado estadual, Reginaldo Almeida.

De acordo com a publicação, uma fonte teria revelado que Magno Malta afirmou que o casal se separou porque Almeida seria gay. O jornal publicou também informações sobre um boato envolvendo “affair” entre o senador e a deputada, um deles vinda da boca do presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM).

- Ele é um canalha, vagabundo e nojento. Foi flagrado na cama com outro homem. E a empregada gravou tudo. Ela nunca desconfiou disso, mas agora, está tudo claro. Eu estava ajudando ele acertar seus problemas no Tribunal de Contas da União, mas larguei tudo – teria afirmando o senador.

O site retirou a notícia do ar e publicou uma nota afirmando que sua fonte teria desmentido as informações prestadas anteriormente. Na nota o site afirma que “o senador na verdade, nunca dissera que sabia sobre as motivações da vida alheia, apenas se mostrou indignado com a situação como evangélico”.

O jornal trouxe ainda uma declaração do senador sobre o caso.

- Os adversários, sempre em épocas de eleições, procuram lançar mentiras contra a minha honra. Estou acostumado. Apenas, sinto quando atinge outras pessoas que nada tem a ver com minhas lutas – enfatizou Magno Malta.

- O jornalista Jackson Rangel é meu amigo e sei o quanto sofre com informações distorcidas advindas de políticos. Sua fonte foi justa ao desmentir a mentira sobre vida pessoal. Estou triste pela nota, mas alegre porque o mal-entendido foi esclarecido. E que o meu adversário que, por ventura se passa por amigo, pague pelas suas próprias palavras – concluiu o senador.

Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Governo recua, e ministro das comunicações reafirma que não pretende proibir que igrejas evangélicas aluguem espaços na TV

A repercussão da proposta do governo de proibir que emissoras de rádio e TV que funcionam por concessão pública aluguem espaços para igrejas evangélicas e religiosos em geral fez o Ministério das Comunicações recuar.

A denúncia havia sido feita pelo jornal Folha de S. Paulo, que teria tido acesso à minuta do decreto da presidente Dilma Rousseff, que ainda está em fase de elaboração.

O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, declarou em entrevista ao jornal Valor Econômico, que conversou com um dos representantes da bancada evangélica no Congresso e assegurou que o governo não pretende proibir que religiosos aluguem ou arrendem espaços em emissoras de rádio e TV.

A reação da bancada evangélica à proposta incluiu pronunciamento na tribuna do Senado, por parte do senador Magno Malta, que afirmou “entender” as declarações de Gilberto Carvalho sobre a necessidade de disputar a formação de opinião com os líderes evangélicos.

Para Magno Malta, a fala do ministro-chefe da Casa Civil era uma prévia dos planos do governo em relação ao alcance e formação de opinião entre os evangélicos, que são em sua maioria, de classe C, considerada a nova classe média do Brasil.

Assista ao discurso de Magno Malta no Senado Federal. O trecho que o senador se refere ao projeto de proibir o aluguel de espaços a igrejas evangélicas se inicia a partir de 8 minutos do vídeo:
 
Fonte: Gospel+
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Magno Malta discursa no plenário sobre marco regulatório que pode impedir pregação evangélica no rádio e TV

Com a divulgação de notícias de que o governo está preparando um decreto para proibir que emissoras de televisão aluguem espaços em sua grade de programação para igrejas evangélicas, o senador Magno Malta se manifestou na tribuna o plenário afirmando que tal medida é absurda e vai contra a liberdade.

Entre discursos sobre aborto, homofobia e sobre a PL 122, o senador citou um pacote que está sendo preparado pela presidente Dilma Rousseff que, segundo Malta, servirá para cercear a liberdade na mídia. O senador cita que algumas medidas desse pacote vão proibir redes de televisão e canais que têm concessão pública de vender espaços em sua programação.

Malta afirma que essa medida foi criada porque tem muitos pastores evangélicos e padres que estão pregando através de espaços de televisão comprados dessas emissoras. Malta relacionou essa media a uma afirmação feita por Gilberto Carvalho de que a próxima medida do governo seria a de enfrentar os evangélicos.

O senador ressaltou a importância do trabalho feito pelos pastores através de seus programas de Tv, afirmando que o a obra de pregação do evangelho é muito maior que apenas um trabalho social. “Não é obra social, é um resgate que é feito por dentro, a partir do coração e não do exterior”.

Mencionando a política de redução de danos para a realização de aborto ilegal, Malta afirmou que tal resgate não pode ser feito através de redução de danos, e que tal medida é a maior piada que ele já viu em sua vida. O senador falou também sobre a redução de danos em uso de drogas e que isso é na verdade um aumento de danos.

O senador falou durante essa semana também sobre a censura que sofreu em seu site, por publicar notícias com informações do inquérito policial e denúncias do Ministério Público contra o médico bariátrico, Marcio Café Cardoso Pinto, que em um vídeo é apontado com responsável pelo estupro do filho. “Estou estupefato por uma decisão que considero agressiva e incauta, pois não denunciei nenhuma pessoa, apenas estou reproduzindo provas levantadas pela polícia e pelo Ministério Público”, se defendeu o senador, que na próxima semana assume a presidência da subcomissão de combate a Pedofilia na Comissão de Direitos Humanos do Senado.

Assista na íntegra o pronunciamento do senador:
 
Fonte: Gospel+
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