Junior Miranda

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sites comercializam brinquedos eróticos para casais protestantes, judeus e muçulmanos

Fiéis das três principais religiões monoteístas possuem algo em comum: sex shops virtuais que não ferem os dogmas de cada uma dessas religiões.
Hoje é possível encontrar lojas de produtos eróticos tanto para católicos, como para protestantes, muçulmanos e judeus. De acordo com a revista Isto É esse tipo de negócio tem conquistado muitos adeptos e feito sucesso.

Os donos desses sites encontraram nos religiosos um novo público, que deseja apimentar a relação sem ferir a doutrina optando então por produtos diferenciados que não são encontrados nos sex shops comuns.

Até mesmo o nome dessas lojas tentam ser discretos sem usar uma linguagem mais ousada. Entre os sites de sucesso podemos citar o Good Vibrations (boas vibrações), Intimacy Aids (aliados da intimidade) ou Enrichment Products (produtos enriquecedores) e outros.

Um dos primeiros que surgiu para o público cristão foi o Covenant Spice (Tempero Combinado), fundado por um casal católico dos Estados Unidos e em seguida diversos empresários começaram a ter a mesma ideia, mas voltando para as regras de suas religiões. Os produtos são praticamente os mesmos: vibradores, géis lubrificantes lingerie e outros.

Judeus e Muçulmanos podem comprar nas lojas Kosher Sex Toys (brinquedos sexuais kosher) e El Asira (a sociedade, em árabe), assim como os sex shops cristãos os produtos também são diferenciados, com embalagens mais discretas e não utilizam manequins ou imagens eróticas. Mas o maior diferencial mesmo é que esses produtos só podem ser comprados e usados por casais casados.

“É natural que homens e mulheres busquem uma vida sexual saudável e isso é imprescindível para um bom matrimônio”, disse o sheik Jihad Hassan Hammadeh, presidente do conselho de ética da União Nacional das Entidades Islâmicas do Brasil para a revista Isto É.

Ele também garante que o assunto “sexo” não é um tabu entre os muçulmanos.“Segundo o Alcorão, o sexo só deve ser realizado dentro do casamento, mas ele não tem como objetivo apenas a reprodução. O prazer, tanto do homem quanto da mulher, é muito importante.”

O rabino Ruben Sternschein, da Congregação Israelita Paulista, também falou com a reportagem aprovando sites como o Kosher Sex Toys, pois eles fortalecem os vínvulos matrimoniais. “Usar ou não contraceptivos ou optar ou não por determinadas práticas sexuais depende de cada linha do judaísmo.”

Representando os cristãos quem deu sua opinião sobre o tema foi o padre Márcio Fabri dos Anjos, doutor em teologia moral pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália) não concordando com esses comércios. “Me parece que esses sites têm como objetivo oferecer um produto de consumo, que não é o caminho para uma boa relação sexual”, diz Anjos.

Fonte: Gospel prime
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terça-feira, 24 de abril de 2012

Judeus conservadores aprovam ordenação de rabinos gays

O Seminário Rabínico Schechter, filiado ao movimento conservador de Israel passou a aprovar a ordenação de rabinos gays e lésbicas. Após anos de oposição e debate acirrado entre muitos de seus líderes, a decisão gerou um novo ponto de discórdia entre o movimento e os ortodoxos de Israel.

O anúncio feito na semana passada terminou uma fratura no movimento conservador dos EUA, que começou em 2006 a aceitar estudantes gays e lésbicas que desejavam ser rabinos. A primeira rabino abertamente lésbica foi ordenada no ano passado.

Assim como outros ramos do judaísmo, o movimento conservador tem enfrentado uma grande luta na busca por uma abertura maior em relação aos homossexuais, apesar das proibições bíblicas sobre essa conduta.

“No mundo conservador, há rabinos que aceitam a ordenação de alunos gays e lésbicas, bem como aqueles que não são”, diz o comunicado oficial. “Essa decisão é o resultado de um longo processo, que incluiu uma ampla busca para encontrar um consenso entre opiniões divergentes. Isso permitirá a continuação da cooperação”.

O professor Hanan Alexander, presidente do conselho do Seminário Schechter, disse que a decisão “destaca o compromisso da instituição em defender a lei religiosa judaica em um mundo pluralista e em constante mudança”.

D’ror Chankin-Gould, 28, um estudante gay da Universidade Judaica Americana, uma escola rabínica em Los Angeles, disse que a decisão era “algo com que temos sonhado há anos… Houve muita dor, um monte de lágrimas e muitos anos para chegarmos a este lugar”, disse o candidato ao rabinato, que está em Israel para um ano de estudos religiosos.

“Temos agora uma oportunidade para termos mais professores maravilhosos comprometidos se levantando em Israel e para ensinar a Torá e oferecer seu modelo para a sociedade israelense e para o povo judeu, o que significa incluir todas as vozes”.

O movimento de Reforma – a maior denominação judaica dos EUA – e os reconstrucionistas começou a ordenação de gays e lésbicas no clero décadas atrás. Nenhuma instituição rabínica ortodoxa aceita alunos gays e lésbicas atualmente.

O rabinato ortodoxo tem resistido energicamente às investidas das correntes liberais, recusando-se a reconhecer as suas decisões, cerimônias ou conversões como religiosamente válidas.

A decisão de ordenar sacerdotes gays e lésbicas gerou a ira da comunidade ultra-ortodoxa.
“Na minha opinião, é um erro grave. É uma violação das Escrituras”, sentenciou Shaar Yeshuv Cohen, rabino-chefe da cidade de Haifa. O assunto ainda deve gerar muita controvérsia entre as diferentes correntes do judaísmo.

Fonte: Gospel prime
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segunda-feira, 5 de março de 2012

Metade dos judeus ainda espera a vinda do Messias

Pesquisa mostra que religião ainda é determinante na identidade dos judeus.

A Fundação Avi Chai encomendou ao Guttman Center, do Instituto Democrático de Israel, uma pesquisa sobre o peso da religião entre os judeus. Entre 2009 e 2012 foram entrevistados 2000 judeus moradores de Israel.

Os resultados indicam que 80% deles acreditam em Deus, 72% acreditam no poder da oração, 67% acreditam que os judeus são o “povo escolhido”, e 56% acreditam na vida após a morte. Oitenta por cento dos entrevistados consideraram o casamento abençoado por um rabino importante, mas 50% acreditam que Israel deve permitir o casamento civil sem envolvimento de um rabino.

Além disso, 90% veem os rituais judaicos como algo “importante” ou “muito importante”, cerca de 70% acreditam que a Torá [Velho Testamento] foi dada por Deus, 80% acreditam que as boas ações são recompensados e 74% dizem que os atos maus são punidos. Apenas 51% acreditam na vinda do Messias.

Sobre os recentes conflitos entre judeus ultra ortodoxos, moderados e não religiosos, 55% dos entrevistados acreditam que as relações entre os religiosos e os não religiosos em Israel “não são boas” ou “nada boas”.

A pesquisa é uma evidência recente de como Deus, a fé e a religião continuam afetando Israel hoje como fazia em tempos antigos. Embora hoje em dia a separação entre religião e Estado seja visto como um valor democrático, não há dúvida que as questões espirituais são um fator dominante na política e na sociedade israelense.

A própria existência de Israel está historicamente ligada a profecias bíblicas e todo judeu sabe disso. Surpreendentemente, um dos principais jornais de Israel, comentou que os resultados dessa pesquisa justificam os fortes laços entre o Estado judeu e os seus apoiadores cristãos sionistas, que seriam os únicos que realmente entendem o destino de Israel.

A revista Israel Today falou com os líderes judeus messiânicos que não se entusiasmaram muito com os resultados, mas disseram que o sentimento geral é que existe base para um evangelismo eficaz.

Fonte: Gospel prime
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Menina de 8 anos pode desencadear conflito religioso em Israel

Mulheres são vítima de judeus ultra-ortodoxos em Beit Shemesh.
A menina Naama Margolese, de apenas 8 anos, com seus óculos de grau e rabo de cavalo não parece representar perigo algum. Mas ela afirma que é diariamente submetida a insultos e perseguições por alguns membros da comunidade judaica ultra-ortodoxa.

Ela revelou aos repórteres ter medo de ir para a escola porque é alvo constante de agressões e chegou inclusive a ser apedrejada.

Segundo a imprensa israelita, tais atos são justificados pelas roupas que ela usa, consideradas “ousadas demais”. O caso de Naama está, mais uma vez, chamando atenção para o abuso e à segregação sofrida pelas mulheres na comunidade judaica.
Nesta segunda-feira, a cidade de Beit Shemesh, próxima a Jerusalém, foi palco de graves conflitos entre judeus ultra-ortodoxos e a polícia. Tudo começou quando os policiais tentaram retirar vários sinais espalhados pelas ruas e que ordenavam a discriminação contra as mulheres.

A polícia reforçou as patrulhas nessa cidade por causa da forte tensão provocada depois que vários manifestantes foram presos.

No último domingo, uma equipe de TV israelense sofreu agressões ao filmar as placas que pedem para as mulheres não pararem em frente a sinagogas. Por toda a cidade existem cartazes que ordenam às mulheres a se vestirem “modestamente”, segundo os princípios do judaísmo ultra-ortodoxo. Uma parcela da população tem uma visão rigorosa da necessidade de separação entre homens e mulheres.

A imprensa israelense já registrou numerosos casos em que as mulheres foram vítimas das agressões por se negarem a sentar na parte traseira dos ônibus, insistirem em andar na mesma calçada que os homens ou não andarem com os braços e pernas inteiramente cobertos.

Os judeus ultra-ortodoxos atualmente são 10% da população israelita, mas tem um crescimento anual muito elevado, devido à sua alta taxa de natalidade. Nos últimos anos eles têm se tornando mais agressivos, tentando impor seu estilo de vida e seus hábitos ao restante da população.

Nesta terça-feira, mais de 10 mil pessoas eram esperadas em Beit Shemesh para se protestar contra a exclusão das mulheres. Em Jerusalém, a maior cidade do país, empresas foram obrigadas a parar de estampar rostos femininos em outdoors devido ao vandalismo persistente. Os judeus moderados e os não praticantes tem constantemente criticado os ortodoxos.

Acostumados aos conflitos com os palestinos, agora existe o temor que os últimos eventos possam gerar um conflito religioso no país entre os próprios judeus. Em um pronunciamento, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pediu pelo fim da violência num país que considera ser um estado livre e democrático.

Fonte: Gospel prime
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

“Vote em nós, vamos matar mais judeus!”, pede partido político Hamas

Organização terrorista comemora 24° aniversário insistindo que seu objetivo maior é acabar com Israel.

Em uma declaração oficial de Ezedín Brigadas Qassam, braço armado da organização terrorista política, o Hamas se vangloriou de matar 1.365 israelenses e ferir outros 6.411 em 1117 ataques terroristas nas últimas duas décadas.

O Movimento de Resistência Islâmica, mais conhecido como Hamas, comemorou seu 24° aniversário revelando esses números chocantes para convencer os palestinos a votarem neles. A campanha política se baseia no argumento que eles irão matar mais judeus, noticiou o jornal Israel Today.

O grupo também afirmou ter lançado desde a Faixa de Gaza mais de 11.000 foguetes e mísseis contra o sul de Israel. A milícia perdeu 1848 homens durante os conflitos, também de acordo com seus dados.

Horas depois, dezenas de milhares de palestinos se reuniram em de Gaza para comemorar o aniversário de fundação do Hamas e seus sucessos contra os judeus de Israel. Oradores presentes no evento reiteraram que um de seus objetivos é a eliminação de Israel, por isso condenaram as negociações de paz no Oriente, classificando-as como uma “experiência fracassada”.

Muitos em Israel viram o evento público como o início da campanha do Hamas para as próximas eleições legislativas e presidenciais, que o líder palestino Mahmoud Abbas, anunciou que acontecerão em maio de 2012.

Além disso, 44% apoiariam a eleição do atual presidente, Mahmoud Abbas, para o cargo, enquanto 18% têm demonstrado apoio ao líder do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh. Nas eleições parlamentares, o Fatah receberia 46% dos votos (49% na Cisjordânia e na Faixa de Gaza de 42%), enquanto o Hamas teria 17% (14% na Cisjordânia e 22% em Gaza), conforme os últimos dados publicados.

Os líderes do Hamas, comprometeram-se ainda a não reconhecer Israel e tampouco parar a sua “resistência armada” contra o Estado judeu.

Fonte: Gospel Prime / Notícia Cristiana
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Judeus ultra-ortodoxos fazem protesto agressivo contra roupas “indecentes” de crianças

Ovos, pedras e até mesmo fezes foram jogadas nas crianças e em seus pais durante os protestos que só se acalmaram com a chegada da polícia.

Na cidade de Beit Shemesh, próximo a Jerusalém, um grupo de judeus ultra-ortodoxos tem feito protestos agressivos diante de uma escola frequentada por filhos de judeus ortodoxos.
Os religiosos extremistas criticam a vestimenta dessas crianças e lançam palavras de ameaças e objetos nojentos.
Para eles as roupas usadas pelas crianças são ”indecentes” e ”despudoradas”. Não só as crianças como também os pais são alvos de pedras, ovos e até fezes que são jogadas pelos extremistas.
A polícia passou a vigiar as proximidades da escola que fica ao lado de uma vizinhança ultra-ortodoxa, o que tem diminuído os protestos mais severos nos últimos dias.
A comunidade ultra-ortodoxa tem crescido em Israel, gerando conflitos internos entre os próprios judeus. O país vive em tensão constante com seus vizinhos árabes e predominantemente muçulmanos e agora terá que criar medidas para diminuir essas diferenças dentro de seu território.
Fonte: Gospel Prime / G1
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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Israelenses assinam petição para serem registrados como “sem religião”

Centenas de pessoas não querem ser ligados ao judaísmo. Decisão tem provado os judeus mais ortodoxos.

Realmente o processo movido pelo escritor Yoram Kaniuk para tirar de seu registro civil que ele pertence a religião judaica abriu precedentes e no domingo centenas de judeus israelenses assinaram uma  petição solicitando que as autoridades do país os registrem como “sem religião”.
Esse passo separa o Estado e a religião, algo que em Israel é muito difícil de acontecer, já que os judeus ortodoxos e ultraordotoxos acabam controlando todos os aspectos da vida dos cidadãos.
Entre as pessoas que assinaram a petição estava o jornalista Uri Avnery, de 88 anos. “Israel está se transformando em um Estado teocrático no qual os ultraortodoxos controlam todos os aspectos da vida do cidadão”, afirmou ele à BBC Brasil.
“Sou um total ateu e não vejo razão alguma para que eu esteja registrado como pertencente à religião judaica e subordinado ao rabinato”, disse.
Quem também se manifestou sobre o assunto foi  Miki Gitsin, líder do movimento Israel Livre, ele diz que “centenas de israelenses não suportam mais o fato que as instituições rabínicas e os políticos ultraortodoxos controlam suas vidas e os impedem de viver de acordo com seus princípios”.
Muitos israelenses ficaram indignados com o pedido dessas pessoas e enviaram reações furiosas pela internet aos signatários dos documentos.
No site do jornal Haaretz, alguns comentavam que a secularização significaria “a morte de Israel” e que o Estado foi criado para ser judeu.
Em Israel todos que nasceram de mãe judia ou se converteram ao judaísmo são classificados como  pertencente à religião e à nacionalidade judaica. Mas há diferenças entre judeus israelenses e árabes israelenses. Quem não for judeu, por exemplo, não pode comprar terras públicas, pois de acordo com as leis locais somente um judeu pode recebê-las.
O casamento civil também é negado aos não judeus. E um homem definido como judeu só pode se casar de acordo com os preceitos do rabinato, e somente com uma mulher judia.
Fonte: Gospel Prime / BBC
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Monumento judeu é profanado por símbolos nazistas na Polônia

Ele representa 340 judeus mortos na Segunda Guerra Mundial por vizinhos nazistas.

Um monumento que homenageava 340 judeus que foram mortos na Segunda Guerra Mundial em Jedwabne, na Polônia, amanheceu pichado com símbolos nazistas. Essas pessoas morreram queimadas em um celeiro por vizinhos que simpatizavam com as mensagens de Adolf Hitler.
Além da suástica, que representa a pureza racial, os vândalos  picharam a expressão “não pedimos perdão por Jedwabne” no monumento.
As autoridades não conseguiram identificar os responsáveis pelo vandalismo, mas no dia seguinte um trabalhador foi enviado para tentar remover as inscrições com jato d’água.
Em setembro de 1939 a Alemanha de Hitler invadiu a Polônia iniciando um dos piores momentos da história mundial. A ação militar resultou em milhões de mortos e apenas 10% dos 3,3 milhões de judeus poloneses conseguiram se salvar.
Fonte: Gospel Prime / Terra
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