Junior Miranda

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pastor compara capa do CD Aliança de André Valadão à bandeira gay

Será que o cantor não conhece a simbologia da aludida bandeira?, questiona Ciro Zibordi em seu blog.

O pastor Ciro Sanches Zibordi escreveu um texto em seu blog comparando a capa do CD Aliança do cantor André Valadão com a bandeira do movimento gay e com o próprio símbolo da Globo. Em sua crítica o pastor condena a aproximação dos evangélicos com a emissora carioca e com o ecumenismo pregado por ela.

“Recentemente, um famoso cantor ‘glospel’ (…) lançou um CD com um título bastante sugestivo, o qual traz as cores da bandeira arco-íris (composta de seis barras horizontais, que celebram a “diversidade” e simbolizam as minorias sexuais). Essa bandeira é usada em várias partes do mundo. No Brasil, ela aparece no logotipo da Rede Globo e é reconhecida como símbolo do movimento LGBT”, escreve Zibordi.

O pastor também questiona se o cantor não sabia que o arco-íris escolhido para ser o tema de seu novo CD é o tema que simboliza o movimento gay. Mas sobre esse assunto o cantor André Valadão já havia se adiantado e esclarecido que colocou o arco-íris como tema de seu novo álbum para resgatar o símbolo que representa a aliança de Deus com os homens.

Mas não é só o tema colorido do encarte do CD do irmão de Ana Paula Valadão que incomodou o pastor Ciro Zibordi, o fato dos cantores evangélicos aceitarem as investidas da Rede Globo também gerou críticas, pois ele acredita que o “Evangelho deve ser comunicado da maneira que as pessoas precisam, e não da forma como desejam”.

“Sigo um Evangelho confrontador, protestante, que brada: ‘Jesus é a única porta, o único caminho para a salvação. Em nenhum outro nome há salvação’”, escreve ele que não concorda com as aparições dos cantores em programas como o Caldeirão do Huck, Esquenta e a polêmica participação de duas evangélicas da próxima edição do Big Brother Brasil.

Leia o texto na íntegra aqui.

Fonte: Gospel prime
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Ex-evangelista recebe o prêmio de “ateu do ano”

"Ainda não achei uma utilidade para Deus”, diz o vencedor do prêmio.

Pouco antes do final de 2011, foram abertas as indicações para o Prêmio Ateu do Ano, denominado “Hitchie”, uma homenagem póstuma ao conhecido ateu militante Christopher Hitchens, que morreu no ano passado vítima de câncer.

Os indicados pelo site Examiner, que criou a premiação, foram:

David Silverman
Hemant Mehta
Matt Dillahunty
George Takei
Ricky Gervais

Para votar, as pessoas tinham de compartilhar o artigo sobre seu candidato no Facebook e/ou Twitter. O ator George Takei (de Jornada nas Estrelas) assumiu a liderança no início, mas rapidamente Hemant Mehta começou uma campanha em seu Facebook.

Logo em seguida, Ricky Gervais usou seu blog pessoal para fazer uma campanha para receber o prêmio. No final, venceu Matt Dillahunty.

No ano de 2011, o apresentador do programa The Atheist Experience [A experiência ateísta” tornou-se uma estrela em ascensão dentro da comunidade de céticos e pensadores livres.

No seu programa, transmitido por um canal a cabo do Texas já teve mais de 700 edições; Mas sua verdadeira popularidade esta no Youtube, com milhares de acessos e traduções para outras línguas.

Basicamente, Dillahunty e seus amigos recebem ligações telefônicas de religiosos e oferecem respostas afiadas e bem humoradas. Parecem sempre vencer com seus argumentos ateus.

Ele é o atual presidente da Comunidade Ateísta de Austin , no Texas, é publica com regularidade o podcast do grupo The Non-Prophets .

Ironicamente, Dillahunty foi criado em uma família religiosa e se considerava um cristão. Tentou inclusive ser um evangelista. Depois de “descobrir” que não cria em nada, passou a atacar sua antiga fé.

Recentemente teve um grande debate com o pastor Mark Allison. Seu raciocínio rápido, combinado com seu conhecimento bíblico formidável fazem dele um adversário difícil. Não houve uma cerimônia oficial de entrega do prêmio, mas como era previsível, muitos ateus não concordaram com a escolha.

Assista ao vídeo abaixo e conheça melhor o “ateu do ano”:

Fonte: Gospel prime
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Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas

O padre Luiz Augusto, que reunia milhares de pessoas, foi afastado sem explicação oficial.

Em um país que já se acostumou a ver padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo atraírem multidões é de se estranhar que o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51, da paróquia Sagrada Família em Goiânia seja punido por ser popular.

Chamado de “evangelizador das multidões”, em sua igreja recolhia mensalmente cerca de R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás). Além das missas concorridas, o padre liderava projetos sociais que faziam distribuição de cestas básicas, acolhi moradores de rua e ajudava dependentes químicos com parte da arrecadação. Padre Luiz levava alimentos, brinquedos e celebrava missas para as pessoas que moram em meio ao lixo depositado diariamente no aterro sanitário de Aparecida de Goiânia.

Depois de 15 anos na Sagrada Família, Luiz Augusto, teve de restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido de paróquia duas vezes por ordem de dom Washington Cruz, arcebispo de Goiânia, está agora proibido de celebrar missas para o público e de participar de programas de rádio e de TV.

Segundo a reportagem da revista ISATOÉ desta semana, não há um motivo claro para essa decisão. “Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, disse à revista a odontopediatra Soraya Sebba Chater.

Ela conta que foi criada uma comunidade virtual de apoio ao padre e uma passeata em favor do padre com seis mil fiéis, além de um abaixo-assinado apoiado por cinco mil pessoas pedindo a permanência do pároco na Sagrada Família.

Entre os insatisfeitos está Maria Dulce Loyola Teixeira, 60, que relata a indignação dos fiéis em um blog. Ela disse: “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”.

Ainda segundo a revista, um dos motivos para a censura é a liturgia empregada pelo sacerdote, pois ele usa a Bíblia e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias. No site A Redação,a leitora Jessika Vitória, que afirma conhecer o padre e seu trabalho, deixou o seguinte comentário “Só porque ele não usava folheto na missa e fazia uso da Bíblia era perseguido”.

Um sacerdote funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, declarou: “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”

Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto está passando por um processo de “correção da postura pastoral”, que incluem aconselhamentos com o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello.

Em sua defesa, o padre afirma apenas que “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado… Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar… Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”.

Fonte: Gospel prime / Isto É
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Pastor e esposa colocam cama no telhado da igreja para mostrar que “Sexo é de Deus”

Casal vai passar 24 horas na cama para promover novo livro que promete "trazer Deus de volta para a cama".

Ed e Lisa Young, fundadores da Igreja Fellowship, no Texas, vão passar 24 horas em uma cama colocada sobre o telhado da igreja. Durante o “evento” programado para a próxima semana, que será transmitido ao vivo pela Internet, eles pretendem encorajar os casais a conhecer o poder de uma vida sexual saudável, conforme afirmam em seu novo livro sobre sexo no casamento.

Dois dias depois que seu livro, Sexperiment: 7 Days to Lasting Intimacy with Your Spouse, [Experimento sexual: 7 Dias para aumentar a intimidade com o seu cônjuge] for lançado, os pastores da Fellowship ficarão 24 horas na cama fazendo um debate via internet (por Skype, Twitter e Facebook) para responder ao público sobre questões relacionadas à intimidade no casamento.

A transmissão começa às 6 da manhã da próxima sexta-feira, 13 de janeiro.

Basicamente, o livro incentiva os casais a terem relações sexuais por sete dias seguidos e a promessa que isso trará “resultados surpreendentes” para o resto da vida do casal.

“Tragicamente, nossa cultura tirou a cama da igreja e Deus foi colocado para fora da cama”, diz Ed Young, que está “bem casado” com Lisa por quase 30 anos. “É hora de trazer Deus de volta para a cama e colocar a cama de volta na igreja”, explicou Ed.

O desejo dos pastores é que os cristãos iniciem um diálogo sobre sexo e sejam desafiados a tornar o sexo uma prioridade no leito matrimonial, pois assim os casais permanecerão unidos fora da cama. Seu livro aborda os ensinamentos bíblicos sobre o propósito de Deus para o sexo no casamento e não somente o prazer pessoal.

“Os cristãos tendem a pensar que sensualidade é carnalidade, mas na realidade é espiritualidade”, escrevem eles em seu livro. Por que sete dias? O casal diz que o número sete na Bíblia muitas vezes simboliza totalidade ou conclusão.

O pastor Ed Young também começou uma série de sermões em sua igreja com a esperança de “mudar a maneira como as pessoas veem a ligação entre Deus e sexo”. “Por muito tempo, temos ouvido a mentira do mundo sobre o que é o sexo. É hora de voltar para a verdadeira compreensão sobre este presente incrível! – A verdade de Deus”, escreveu Young em seu blog.

Muitos outros casais de líderes cristãos estão recomendando o livro, como Craig e Amy Groeschel , da LifeChurch, Steven e Holly Furtick, da Igreja Elevation, além de Carl e Laura Lentz da Hillsong New York. Todos concordam que sexo é um assunto vital para os relacionamentos e deveria ser mais discutido nas igrejas.

Fonte: Gospel prime
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Rabinos emitem documento afirmando que a Lei de Deus não aceita a homossexualidade

Mais de 100 líderes judeus e profissionais de saúde mental se posicionaram contra a “opção gay”.

Nos Estados Unidos, existe uma campanha do presidente Barack Obama para promover e normalizar a homossexualidade.

Mas um grupo de 100 rabinos ortodoxos e profissionais respeitados da área da saúde mental diz que “ser gay” é um comportamento que pode ser alterado e curado com a terapia. Isso, claro, se a pessoa desejar que seja assim.

“O conceito de que Deus criou um ser humano que é incapaz de encontrar a felicidade em um relacionamento amoroso com o outro sexo não é nem plausível nem aceitável”, diz o documento, intitulado “Declaração sobre a abordagem da Torá à homossexualidade”.

Os rabinos afirmam que a atração pelo mesmo sexo é algo que pode ser modificado e “curado”. Eles condenam a “campanha agressiva” que existe “para convencer o público sobre a legitimidade da homossexualidade”.

A declaração diz: “A mídia está repleta de rótulos negativos classificando de ‘ódio’ ou de ‘homofóbico’ quando alguém não aceita o estilo de vida homossexual como algo legítimo. Esta coerção política silenciou muitos. Infelizmente, esta atitude se infiltrou na comunidade que segue a Torá e muitos ficaram confusos ou passaram a aceitar o que a mídia diz sobre esta questão”.

O presidente Obama, pouco depois que assumiu o cargo em 2009, assinou na lei classificando como “crimes de ódio” qualquer atitude contrária aos gays, aumentando a pena para esses crimes e oferecendo proteção especial para os homossexuais.

“A Torá faz uma declaração clara de que a homossexualidade não é um estilo de vida aceitável ou uma identidade legítima, e proíbe claramente essa conduta. Além disso, a Torá, sempre alerta para as influências negativas deste mundo, adverte-nos Vayicrá (Levítico) 20:23 “não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós” “Particularmente, a Torá declara isso ao que diz respeito à homossexualidade e outras relações sexuais proibidas”, afirma a declaração dos rabinos.

O documento foi assinado por uma coalizão de mais de 100 rabinos, líderes comunitários e profissionais de saúde mental. Entre os signatários que decidiram assumir publicamente sua posição estão a psicóloga e autora Dr. Miriam Adaham, de Jerusalém, o rabino Simcha Feuerman, presidente da Rede Internacional de Profissionais Ortodoxos de Saúde Mental; a psiquiatra e autora Dr. Miriam Grossman ; o Dr. Joseph Gelbfish; o psicoterapeuta e autor Rabino Yaakov Salomon; rabino Steven Pruzansky, atual vice-presidente do Conselho Rabínico da América e dezenas de outros.

Essa coalizão de rabinos e profissionais da saúde diz que “embora não seja politicamente correto, a Torá aprova que a única atitude correta em relação à homossexualidade é terapia psicológica associada à teshuvá, ou arrependimento.” Os signatários concordam que atração pelo mesmo sexo é uma escolha e pode ser modificado e curado”.

Janet Boynes , uma ex-lésbica que hoje lidera um ministério especializado, disse que o presidente Obama está usando a sua influência “e o poder financeiro do governo” para promover a homossexualidade em todo o mundo. Ela afirma ainda que o governo Obama também “propaga a ataque de crenças judaico-cristãs em um nível global”.

Ele colocou mais homossexuais em cargos políticos do que qualquer outro presidente, abriu o exército dos EUA para a entrada de homossexualidade e sancionou um plano que prevê proteção especial para homossexuais, insiste Boynes.

“A Bíblia diz que o inimigo veio para roubar, matar e destruir (João 10:10)”, lembrou ela. ”O objetivo principal do Diabo é trazer confusão e causar divisão dentro da igreja. Ele faz isso alterando a verdade de Deus de tal maneira que muitos cristãos estão enganados sobre essa questão.”

Fonte: Gospel prime / Traduzido e adaptado de WND
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