Junior Miranda

terça-feira, 3 de abril de 2012

Médico cristão é demitido por enviar por e-mail uma oração a colegas do hospital

Um médico cristão foi a um tribunal do trabalho na Inglaterra esta semana alegando ter sido demitido injustamente, apenas porque enviou um e-mail com uma oração para seus colegas.

David Drew, 64, do Walsall Manor Hospital, é médico há 40 anos e chegou a ser diretor clínico do hospital onde trabalhava. Mas afirma que foi perseguido e demitido após não aceitar uma ordem para “evitar utilizar referências religiosas em suas comunicações profissionais, verbais ou escritas”.

Três anos atrás, o Dr. Drew repassou uma oração escrita no século 16 por Santo Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas, a seus colegas do Walsall Manor para “tentar motivar o departamento”.

A mensagem era:
“Ensina-nos, Senhor, a servir-te como mereces:
A dar sem contar o preço,
A lutar sem contar as feridas,
A trabalhar e a não procurar descanso,
A doar sem pedir recompensa
Exceto o saber que fazemos tua vontade”.

Ele disse que iniciou com as palavras: ‘Acho isso uma inspiração pessoal em meio a meus esforços frágeis e imperfeitos em atender meus pacientes, suas famílias e o nosso departamento’. Algum tempo depois foi acusado de enviar uma mensagem “indesejável” a um colega no dia de Natal, que dizia simplesmente “tenha um Natal de paz”.

Seu colega, o doutor Rob Hodgkiss, respondeu com ‘você também’, mas enviou uma queixa ao hospital dizendo que aquilo era “uma invasão agressiva e indesejável”

Dr. Drew, disse ao tribunal em Birmingham que não entende a proibição de usar linguagem religiosa no trabalho, e que nega as acusações de “impor sua religião para outras pessoas, e de que era um maníaco religioso”. “Não sabia que um simples e-mail poderia me causar tantas dificuldades e acabar na minha demissão”, lamentou.

O tribunal ouviu os seus problemas, que começaram depois que ele fez uma série de denuncias sobre procedimentos “suspeitos” de alguns funcionários, que incluía a suspeita de abuso sexual de menores. Por isso, ele acredita que sua fé acabou sendo incompatível com algumas posturas dos colegas.

O doutor Drew e sua esposa Janet, 61, frequentam uma igreja batista e dizem aguardar que a justiça seja feita em seu caso.

Fonte: Gospel prime
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Durante visita do Papa à América Latina, presidente venezuelano Hugo Chávez afirma que “Cristianismo é socialismo”

Durante visita do Papa à América Latina, presidente venezuelano Hugo Chávez afirma que “Cristianismo é socialismo”Durante a última semana o Papa Bento XVI realizou uma visita de três dias a Cuba. Durante a visita do pontífice, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez estava no país e deu declarações afirmando que apenas o socialismo poderia acabar com a pobreza e que comparou o regime político ao Cristianismo.

Católico praticante, o venezuelano estava em Cuba realizando mais uma etapa de seu tratamento contra o câncer. Num discurso televisionado de um gabinete, Chávez saudou a presença de Bento XVI na América Latina, mas afirmou que não pediu um encontro com o Papa, apesar de os dois estarem em Havana, para não interferir na agenda o líder da Igreja Católica.

Durante sua luta contra o câncer, Chávez reforçou publicamente sua religiosidade. Ao voltar da fase anterior de seu tratamento em Cuba, por exemplo, agradeceu às orações do arcebispo de Havana e afirmou que retornava à Venezuela “com Cristo em mim”.

Após o Papa ter feito uma avaliação sobre o socialismo de Cuba se esgotou e deve ser substituído, Chaves declarou que “só no socialismo é possível acabar com a pobreza. O cristianismo é socialismo. O capitalismo é o contrário, é disso que deveríamos ter medo. O capitalismo é o reino da desigualdade”. O presidente completou seu discurso afirmando que “Revolução Cubana é “sólida” como o povo venezuelano”.

Fonte Gospel+
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Jesus Cristo moderno estampa capa de revista com artigo polêmico sobre o cristianismo

Jesus Cristo moderno estampa capa de revista com artigo polêmico sobre o cristianismoA mais recente capa da segunda maior revista dos Estados Unidos, a semanal NewsWeek, está estampada com a imagem de um Jesus Cristo contemporâneo. Andrew Sullivan escreve no artigo da revista que o Cristianismo foi “destruído” pela política, evangelistas e presbíteros.

Sullivan que acredita na “divindade e ressureição de Jesus”, analisa os pontos de vista de Thomas Jefferson, presidente dos Estados Unidos entre 1801 e 1808, sobre a fé e a Bíblia, considerando-o um cristão apolítico, e afirma que há grandes diferenças com a visão de mundo adotadas pelo moderno cristianismo.

Enquanto Sullivan aborda questões políticas e religiosas na atualidade e parece exigir mudanças na forma com que os cristãos lidam com questões polêmicas como o aborto, a capa de um Jesus moderno parece vir em um momento interessante. Relatos informam que a revista NewsWeek perdeu milhões em um empreendimento e esta tenha sido uma oportunidade para aumentar a audiência.

A foto de Jesus pode causar um aumento 45% maior nas vendas da revista, mas não é a primeira vez que Jesus é capa da Newsweek. Ele pode ser visto em outras sete edições. Além disso, não é a primeira vez que um indivíduo conhecido foi melhorado com Photoshop. A princesa Diana já foi vítima há algum tempo atrás.

Fonte: Gospel+
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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Grupo de cineastas cristãos cria produtora para evangelizar

A produtora 4U Films foi idealizada pelos jovens Miguel Nagle, Douglas Gomes e Luan Felipe, cineastas cristãos que estavam insatisfeitos com a falta de qualidade técnica e audiovisual do gospel e resolveram mudar essa história.

O objeto dessa produtora é reunir cineastas de diversas denominações para evangelizar através do cinema, O primeiro filme produzido pela 4U Films já teve mais de 21 mil visualizações, o “Não Me Deixe Te Deixar”, que foi produzido com apenas R$600,00 de orçamento.

Recentemente o grupo lançou mais um curta metragem “Dom Gratuito” que também está disponibilizado na íntegra pelo Youtube. Mais de 9,5 mil pessoas já conheceram essa história que tem como objetivo falar de Cristo.

A 4U está com outros dois curtas em processo de finalização e a equipe já se prepara para gravar o primeiro longa-metragem, ainda sem maiores detalhes de roteiro revelados, que deve ser lançado em breve.

Com informações Lagoinha

Fonte: Gospel prime / lagoinha
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Nova técnica substitui coração por turbinas

Vida sem pulso

Em um procedimento revolucionário, dois cirurgiões americanos substituíram o coração de um paciente por duas turbinas gêmeas. Um documentário recém-lançado registra a proeza médica

Desde que foi promovido à sede das emoções humanas, o coração nunca mais deixou de ser visto como o dono dos sentimentos. Os filósofos da Grécia Antiga, como Platão e Aristóteles, foram os primeiros a colocarem o órgão a cargo do mundo espiritual. Enquanto o cérebro tomava as rédeas do exato, o coração guiava as emoções. O cristianismo, séculos mais tarde, acabou por consolidar essa imagem ao relacioná-lo com a figura de Cristo. Há quem diga ainda que Shakespeare tenha escrito seus sonetos em uma métrica que imitava o pulso. É o batimento cardíaco um dos principais indícios da vida animal — e a medicina se apóia nele até hoje para constatar vida. Dentro de alguns anos, porém, o pulso pode se tornar apenas uma antiga e ultrapassada figura de linguagem.

Há cerca de um ano, o coração do americano Craig Lewis, 55 anos, foi substituído um coração artificial movido por duas turbinas. Elas não bombeiam o sangue, e sim trabalham em um fluxo constante – sem produzir, assim, o pulso cardíaco. Lewis não tinha pulso, não tinha batimento cardíaco, não tinha pressão sanguínea. Mesmo assim continuava vivo — ele viria a morrer cinco semanas mais tarde, mas por outros problemas de saúde não relacionados com o coração turbinado. A história acaba de ser transformada em um documentário em curta-metragem chamado Heart Stop Beating (Coração Para de Bater, em tradução literal. , no qual o premiado diretor Jeremiah Zagar registra o procedimento cirúrgico revolucionário, realizado pelos cirurgiões americanos Bud Frazier e Willian Cohn, do Texas Heart Institute.

O segredo do coração metálico que sustentou Lewis é um mecanismo batizado de HeartMate II. Consiste de uma pequena turbina que cria um fluxo constante de sangue dentro de uma câmera de metal conectada às artérias. Ele funciona como o parafuso de Arquimedes: nome dado a um dispositivo no qual um parafuso dentro de um tubo cilíndrico gira incessantemente, transferindo o líquido entre duas extremidades com elevações diferentes. Ele vinha sendo usado desde 2003. A primeira operação para implantá-la no coração foi feita também por Bud Frazier, em um paciente com sérios comprometimentos cardiocirculatórios.

“A turbina é colocada no coração para ajudá-lo, geralmente em pacientes que esperam por um transplante ou que precisam de um reforço até o órgão se recuperar”, diz Noedir Stolf, diretor da Divisão de Cirurgia Cardíaco do Instituto do Coração (Incor), de São Paulo. Nesses casos, portanto, o aparelho não substitui o coração, como em um transplante. “Acredito que desde o primeiro procedimento cerca de 10.000 pacientes já foram beneficiados”, disse Frazier, em entrevista ao site de VEJA.

No transplante realizado em Lewis, os cirurgiões Bud Frazier e Willian Cohn, do Texas Heart Institute, foram além e adaptaram de maneira audaciosa o HeartMate II. Em vez de apenas uma turbina, foi montada uma estrutura com duas – cada uma substituindo um lado do coração. Do lado de fora do corpo fica uma estrutura com duas baterias e os moduladores de frequência (que controlam a velocidade correta do fluxo de sangue), preso na cintura do paciente como um cinto. Como tem poucas partes móveis, em comparação aos demais corações artificiais, acredita-se que o aparelho tenha uma maior durabilidade.

Antes de operar o americano, os cirurgiões já haviam feito testes em mais de 50 bezerros. Segundo os pesquisadores, no dia seguinte à operação, os animais estavam saudáveis, sem alterações na rotina fisiológica do corpo. Craig Lewis, no entanto, morreu cinco semanas após o transplante, em função de doenças decorrentes do seu já grave estado de saúde.

O coração artificial feito com as turbinas gêmeas não está aprovado ainda nos Estados Unidos ou na Europa. Os testes clínicos após a operação com Lewis seguem em ritmo lento. “Houve apenas mais uma cirurgia, mas a paciente já estava muito doente e acabou morrendo durante a operação”, diz Frazier. Para continuar com os estudos nos EUA, é preciso que se dê início a testes clínicos, o que, segundo o cirurgião, só pode ser feito com financiamento. “Enquanto não houver um teste clínico formalizado, não haverá aprovação do FDA (órgão americano similar à Anvisa) para continuar com os procedimentos”, diz.

Assista ao Documentário “Coração Para de Bater”
 

Fonte: Revista Veja / Portal Padom
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