Em entrevista à revista Época a cantora Joelma, vocalista do Calypso, disse que é contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e que lutaria até a morte para converter seu filho se ele fosse homossexual.
Evangélica há quatro anos, Joelma diz que já viu homossexuais se regenerarem e compara o processo com o tratamento do vício de drogas. “Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”.
Junior Miranda
Um novo começo
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Cristolândia, Missão da Igreja Batista é destaque no Globo Repórter
Na última sexta-feira, 20, o programa Globo Repórter, teve como tema “Os novos caminhos do cristianismo“, onde mostrou história de líderes religiosos que fazem diferença na vida das pessoas..
O programa mostrou também os prováveis novos rumos que o Papa Francisco impôs a igreja Católica, além de destacar outros trabalhos sociais realizados do diversos líderes, que tem trazido melhorias de vida aos necessitados.
O programa mostrou também os prováveis novos rumos que o Papa Francisco impôs a igreja Católica, além de destacar outros trabalhos sociais realizados do diversos líderes, que tem trazido melhorias de vida aos necessitados.
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Plano de saúde ‘proíbe’ mulheres grávidas de fazerem parto normal
A jornalista Gabriela Arruda, 31, levou um susto ao chegar em trabalho de parto numa unidade do hospital São Luiz, na zona oeste de São Paulo, onde planejava dar à luz.
Ouviu de atendentes que, apesar de seu plano Amil cobrir o atendimento na maternidade, se ela quisesse fazer um parto normal ali teria que pagar. Para usar o convênio, deveria ter agendado o nascimento do filho previamente.
“Chorei muito. Como agendar um parto normal?”, diz Gabriela, que escolheu o plano só por causa do São Luiz, que permite parto na banheira.
A dificuldade para realizar partos normais em algumas maternidades aconteceu não só com Gabriela. Carla (nome fictício), que tem Medial, ouviu o mesmo no hospital Vitória (zona leste de São Paulo).
Muitas beneficiárias da Amil, dona da Medial, maior operadora do país, com mais de 3,5 milhões de usuários, passam pela mesma situação.
Elas são informadas que o plano cobre determinada maternidade, mas, quando procuram o hospital, descobrem que ali só têm direito a partos agendados, o que na prática as obrigaria a fazer cesarianas.
A Amil diz que isso ocorre pois em algumas maternidades certos planos só dão direito à internação eletiva (agenda). Isso significa, explica o São Luiz, que quando a gestante chega em trabalho de parto ao pronto-socorro não pode utilizar o convênio.
CUMPLICIDADE
Revoltadas com o que consideram prejuízo ao parto normal “mães militantes” discutem em grupos da internet formas para “driblar” a proibição.
Uma delas é recorrer a um truque com a “cumplicidade” do obstetra. As gestantes pedem ao médico uma guia de internação solicitando ao convênio o agendamento de uma cesárea com data posterior a prevista para o bebê nascer.
Assim, chegam ao hospital em trabalho de parto, antes do dia marcado, conseguem ser admitidas e fazer o parto normal. É que com a guia, elas não entram por meio do pronto-socorro.
Essa foi a saída adotada por uma analista ambiental, que pede para não ser identificada por temer que o médico seja punido. “Temo agora que descubram e me mandem a conta da maternidade. Aí, vou recorrer à Justiça”, afirma.
A via judicial é outra alternativa. O advogado de Joana Imparato, 31, disse para ela entrar com uma liminar e obrigar o plano a dar cobertura.
“Há jurisprudências que consideram a conduta abusiva. O plano não informa antes a situação para a grávida, há falha de informação”, diz a advogada Renata Vilhena.
CIRURGIA
Nos últimos anos, a proporção de cesáreas nos hospitais da capital paulista tem aumentado, na contramão do que preconiza o Ministério da Saúde.
Segundo dados do Datasus (o banco de dados do Sistema Único de Saúde), em 2003, 49% dos partos feitos na cidade eram normais e 51% cesáreas.
Em 2012, a proporção passou para 43% e 57%, respectivamente.
A rede privada foi a principal responsável por isso: a proporção de cesáreas nos hospitais particulares saltou de 76% para 84%. Em algumas maternidades, a porcentagem de cesarianas passa de 90%.
Fonte: Folha / Portal Padom
Ouviu de atendentes que, apesar de seu plano Amil cobrir o atendimento na maternidade, se ela quisesse fazer um parto normal ali teria que pagar. Para usar o convênio, deveria ter agendado o nascimento do filho previamente.
“Chorei muito. Como agendar um parto normal?”, diz Gabriela, que escolheu o plano só por causa do São Luiz, que permite parto na banheira.
A dificuldade para realizar partos normais em algumas maternidades aconteceu não só com Gabriela. Carla (nome fictício), que tem Medial, ouviu o mesmo no hospital Vitória (zona leste de São Paulo).
Muitas beneficiárias da Amil, dona da Medial, maior operadora do país, com mais de 3,5 milhões de usuários, passam pela mesma situação.
Elas são informadas que o plano cobre determinada maternidade, mas, quando procuram o hospital, descobrem que ali só têm direito a partos agendados, o que na prática as obrigaria a fazer cesarianas.
A Amil diz que isso ocorre pois em algumas maternidades certos planos só dão direito à internação eletiva (agenda). Isso significa, explica o São Luiz, que quando a gestante chega em trabalho de parto ao pronto-socorro não pode utilizar o convênio.
CUMPLICIDADE
Revoltadas com o que consideram prejuízo ao parto normal “mães militantes” discutem em grupos da internet formas para “driblar” a proibição.
Uma delas é recorrer a um truque com a “cumplicidade” do obstetra. As gestantes pedem ao médico uma guia de internação solicitando ao convênio o agendamento de uma cesárea com data posterior a prevista para o bebê nascer.
Assim, chegam ao hospital em trabalho de parto, antes do dia marcado, conseguem ser admitidas e fazer o parto normal. É que com a guia, elas não entram por meio do pronto-socorro.
Essa foi a saída adotada por uma analista ambiental, que pede para não ser identificada por temer que o médico seja punido. “Temo agora que descubram e me mandem a conta da maternidade. Aí, vou recorrer à Justiça”, afirma.
A via judicial é outra alternativa. O advogado de Joana Imparato, 31, disse para ela entrar com uma liminar e obrigar o plano a dar cobertura.
“Há jurisprudências que consideram a conduta abusiva. O plano não informa antes a situação para a grávida, há falha de informação”, diz a advogada Renata Vilhena.
CIRURGIA
Nos últimos anos, a proporção de cesáreas nos hospitais da capital paulista tem aumentado, na contramão do que preconiza o Ministério da Saúde.
Segundo dados do Datasus (o banco de dados do Sistema Único de Saúde), em 2003, 49% dos partos feitos na cidade eram normais e 51% cesáreas.
Em 2012, a proporção passou para 43% e 57%, respectivamente.
A rede privada foi a principal responsável por isso: a proporção de cesáreas nos hospitais particulares saltou de 76% para 84%. Em algumas maternidades, a porcentagem de cesarianas passa de 90%.
Fonte: Folha / Portal Padom
Líder do PMDB diz que é preciso deixar Feliciano mostrar seu trabalho
Ao contrário de muitos líderes partidários que querem forçar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) renunciar o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha defende a permanência do parlamentar evangélico.
Para ele “não há o que fazer” para que Feliciano aceite renunciar e por isso é preciso deixá-lo trabalhar. “Protestam contra a permanência dele, mas nem deixam que ele se manifeste”, disse.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se reuniu com outros líderes partidários para tentar encontrar uma alternativa para o caso. Nos últimos 20 dias Marco Feliciano tem sido alvo de diversos protestos contra a sua eleição como presidente da CDHM.
Em entrevistas o parlamentar evangélico já deixou claro que não pretende renunciar do posto e pede para que as pessoas deixem ele conduzir as pautas da comissão como o caso da cidade baiana onde a população está sofrendo com a contaminação de chumbo e o caso dos corintianos presos na Bolívia, um deles estaria com sérios problemas de saúde e correndo risco de morte. Com informações Folha de SP.
Fonte: Gospel prime
Para ele “não há o que fazer” para que Feliciano aceite renunciar e por isso é preciso deixá-lo trabalhar. “Protestam contra a permanência dele, mas nem deixam que ele se manifeste”, disse.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se reuniu com outros líderes partidários para tentar encontrar uma alternativa para o caso. Nos últimos 20 dias Marco Feliciano tem sido alvo de diversos protestos contra a sua eleição como presidente da CDHM.
Em entrevistas o parlamentar evangélico já deixou claro que não pretende renunciar do posto e pede para que as pessoas deixem ele conduzir as pautas da comissão como o caso da cidade baiana onde a população está sofrendo com a contaminação de chumbo e o caso dos corintianos presos na Bolívia, um deles estaria com sérios problemas de saúde e correndo risco de morte. Com informações Folha de SP.
Fonte: Gospel prime
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Jean Wyllys defende presença de servidores da Câmara em protestos contra Marco Feliciano: “Jesus concorda comigo”
O fato foi observado em uma matéria da revista Veja, assinada pelo jornalista Gabriel Castro, que ressaltou inclusive, que tais funcionários da Câmara têm utilizado de seu horário de trabalho para participar de manifestações contra o parlamentar.
Castro frisou em seu texto que entre os militantes que participam dos constantes protestos contra Feliciano pode-se observar um grande número de funcionários da Câmara, sobretudo daqueles ligados a parlamentares do PSOL e do PT. O jornalista citou como exemplos de constante presença nessas manifestações Rodrigo Cademartori, conhecido como Rodrigo “Pilha”, assessor da deputada Érica Kokay (PT-DF), que antes de ser assessor parlamentar era ligado ao movimento estudantil; Tiago Oliveira, assessor do PV; e muitos militantes ligados ao PSOL, entre eles uma funcionária do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).
Em seu Twitter, Wyllys criticou o texto da revista, afirmando se tratar de uma busca para defender políticos que pagam assessores para cuidar de igrejas.
- A revista que “reclamou” da presença de assessores está buscando motivo para defender quem paga assessor pra não ir à Câmara e tocar igreja. É a velha tentativa de desqualificar protestos legítimos de pessoas indignadas com a sujeira que levou o tipo à presidência da CDHM. Em vez de tratar da prisão ilegal dos manifestantes e da arbitrariedade dos seguranças à paisana, decide distorcer os fatos. É a tática! Mas o que esperar de revista que se relacionou com o esquema Cachoeira e que serviu de tribuna para o criminoso Demóstenes Torres? – escreveu o deputado, em uma série de publicações na rede social.
Wyllys prosseguiu sua crítica ao jornalista publicando um texto afirmando que Castro busca notoriedade para se candidatar ao congresso, e que o jornalista é constantemente criticado por copiar textos de outros autores como se fossem seus.
Ele disse ainda que a reportagem da revista estaria mentindo sobre a presença dos assessores nas manifestações, e defendeu a presença dos assessores afirmando se tratar de uma forma de proteger os manifestantes da Polícia Legislativa, e que o trabalho de tais funcionários inclui representar os parlamentares em eventos que sejam de seu interesse.
- A presença de assessores nos protestos é a maneira que temos de proteger manifestantes da arbitrariedade da policia legislativa e seguranças. Devido ao excesso de atividades, nem sempre podemos acompanhar as manifestações. Os assessores são, portanto, nossos olhos sobre elas. Graças aos assessores podemos identificar seguranças à paisana entre manifestantes e podemos socorrer manifestantes presos arbitrariamente. – justificou o deputado, que concluiu dizendo: – O papel dos assessores é também este: nos representar em QUALQUER EVENTO que ocorra na Câmara e que seja de nosso interesse!
Ao ser criticado por um pastor, que afirmou que um dia ele encontraria Jesus e entenderia o trabalho do pastor Feliciano, Wyllys prontamente: – Já encontrei. Jesus concorda comigo!
Fonte: Gospel+
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