Junior Miranda

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Após suspensão de kit, governo chama ABGLT para reunião

Fonte: Terra Magazine [como sempre, fazendo propaganda gay]
A Secretaria-Geral da Presidência da República se reunirá na próxima terça-feira (31) que vem com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT). O convite aconteceu na noite de quarta-feira (25), mesmo dia em que foi anunciada a suspensão do projeto Escola Sem Homofobia, desenvolvido pelo Ministério da Educação.
A reunião animou o presidente da ABGLT, Toni Reis, que não acredita ser o fim da linha para a iniciativa, conhecida como kit anti-homofobia.
— Achei de bom tom terem chamado a ABGLT para a reunião em Brasília. Vamos dialogar. Tudo na política dá para reverter. Não vejo o atual governo como homofóbico — afirma, salientando a necessidade de ações de defesa da poplação LGBT por parte do Estado.
O presidente da ABGLT prossegue:
— Matamos no Brasil mais homossexuais do que no Irã. Foram 3448 homossexuais mortos nos últimos 20 anos, conforme dados do Grupo Gay da Bahia. Queremos fazer um apelo à cidadania, ao respeito".
[Comentário de Julio Severo: Para conferir a proporção de crimes homossexuais no Brasil, veja este importantíssimo artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html]

Mobilização

A ABGLT lançou na quarta a campanha Eu apoio o Kit Escola sem Homofobia: quero uma escola que respeite a diversidade. Não ao Bullying Homofóbico e à Violência contra a população LGBT. No texto de convocação, postado no site da entidade, um recado direto:
"Infelizmente os homofóbicos estão nos atacando de forma desumana.
Precisamos da manifestação de seu apoio para a disponibilização do kit de materiais do projeto Escola Sem Homofobia para profissionais de educação e estudantes do Ensino Médio.
Assine e envie o email abaixo, ou vc pode fazer seu próprio e-mail, para o Ministério da Educação e para o Palácio do Planalto".
A mensagem ainda faz um apelo para que os colaboradores divulguem a campanha nas redes sociais. Até o início da tarde desta quinta-feira (26), cerca de 700 e-mails haviam sido encaminhados, de acordo com a entidade.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Kit gay: quem vai pagar o dinheiro desperdiçado pela safadeza do MEC e ONGs?

ECOS, uma entidade que incentiva sexo livre entre adolescentes, participou, juntamente com a ABGLT, na formulação e produção do infame kit gay, com a total permissão e financiamento milionário do MEC. E agora o ministro da Educação diz que não viu nada e não sabe de nada?
Abaixo, excelente artigo de Reinaldo Azevedo, que, mesmo apoiando o “casamento” gay e a adoção de crianças por duplas gays, não é cego para as safadezas envolvendo o kit gay:

Chefe de ONG confirma: MEC acompanhou tudo. Devolve a grana, Haddad!

Os filmes do tal kit gay foram elaborados por uma ONG — ou empresa, sei lá — chamada Ecos. A chefona da “organização” é Sylvia Cavasin, apresentada no site da turma, pomposa e estranhamente,  como “Coordenadora de Advocacy”. Entendo. O trecho que segue abaixo foi extraído do Portal G1. É incrível! Sylvia fala como se fosse um quadro mesmo do governo. Segundo ela, foi tudo “amplamente discutido”. Já deixei claro que esse “amplamente” quer dizer “com a militância gay”. Destaque-se ainda que, segundo ela, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) — órgão do MEC, de que o chefe é Fernando Haddad — acompanhou tudo. Assim, o ministro alegar, agora, ignorância ou é coisa de picareta ou de incompetente. Ele que tome cuidado para que não pareça uma soma das duas coisas. Leiam. Volto em seguida.
*
“Todo o material foi submetido à análise da Secad. O beijo entre as meninas foi vetado no vídeo ‘Torpedo’. Tudo foi feito com muito cuidado e amplamente discutido”, afirmou a socióloga Sylvia Cavasin, fundadora da Ecos, responsável por desenvolver o material para o programa do MEC. O vídeo feito com seqüência de fotos mostra duas estudantes adolescentes que se apaixonam e são discriminadas na escola. Elas se encontram no pátio e decidem assumir a relação na frente de todos os colegas. Elas se abraçam ao final. Não há beijo.
Os outros dois vídeos, “Probabilidade”, feito com desenhos para ilustrar a história de um estudante e a descoberta de sua bissexualidade, e “Encontrando Bianca”, sobre os conflitos de um aluno transexual sobre o uso do banheiro masculino ou feminino na escola, não sofreram grandes mudanças após a filmagem, segundo a socióloga. Os três filmes vazaram na internet.
O G1 teve acesso ao kit que foi preparado pela Ecos para o programa do MEC. Os três vídeos mencionados são reunidos em único DVD. Outros dois vídeos mais antigos, que já haviam sido produzidos anteriormente, fariam parte do kit do MEC: a animação “Medo de quê?” (2005) e o “Boneca na mochila” (1995). A orientação de como usar os vídeos nas propostas pedagógicas estão dentro do “Caderno do professor”, que acompanha o kit.O material está sob análise da Secad. Quem dá a palavra final, no entanto, é o Comitê de Publicação do MEC, que pode vetar ou sugerir novas alterações no vídeo.
O caderno foi distribuído a um grupo de multiplicadores no final do ano passado durante um processo de capacitação que faz parte do pacote do programa. O caderno está (ou estava) sob análise da Secad e, por não ter sido aprovado ainda, não tem nenhum logotipo que remeta ao MEC ou ao Governo Federal. Como não foi aprovado oficialmente, a direção da Ecos não permitiu ao G1 fazer fotos do caderno.
O caderno do professor tem poucas ilustrações e é dividido em três partes. A primeira fala sobre os conceitos de gênero, diversidade sexual, homofobia e a luta pela cidadania LGBT. A segunda trata de retratos da homofobia na escola, mostrando pesquisas sobre o tema, como enfrentar a homofobia e de que maneira o tema aparece no currículo escolar. A terceira parte fala sobre diversidade sexual na escola, mostra ao professor temas que podem ser expostos e debatidos em sala de aula e sugere um projeto de política pedagógica dentro da escola contra a homofobia.
Segundo a Ecos, a idéia central, nessa parte, é a de mobilizar a comunidade escolar para que a diversidade seja contemplada com as devidas extensão e responsabilidade nos currículos e nas práticas escolares, enfrentando os desafios cotidianos relacionados à orientação sexual e à identidade de gênero de estudantes, professores e toda a comunidade escolar. “Só com esta proposta a escola legitima o tema”, diz Sylvia. “Não adianta a iniciativa ficar só com o professor, é fundamental que a instituição assuma o projeto.”
Ela destaca ainda que, em vez de silenciar sobre práticas que acontecem nas escolas, é preciso trazer a discussão em sala de aula para as situações vividas no cotidiano escolar. Diante da suspensão do kit pela presidente Dilma, e da possibilidade de se refazer os vídeos criados sob a supervisão da Secad/MEC, a Ecos aguarda uma posição do MEC para saber o que fazer com todo o material produzido em três anos de trabalho.
Voltei
A Ecos, em suma, desenha a política educacional do MEC nesse particular. Fernando Haddad terceirizou o ministério.
Ao procurar a diretoria da tal Ecos, encontro lá o nome de Osmar de Paula Leite, o “coordenador financeiro” da ONG, formado em “matemática”.
Matemática?
O Osmar viu a batatada sobre probabilidade que a sua  ONG  preparou para ser distribuída nas escolas ou não tem nada com isso, só cuida mesmo da bufunfa?
Divulgação: www.juliosevero.com

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Cidade de Moscou proíbe paradas do “orgulho gay” apesar de ordem judicial permitindo-as

MOSCOU, Rússia, 26 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Cidade de Moscou anunciou sua intenção de desafiar o Tribunal Europeu de Direitos Humanos e continuar proibindo as paradas do “orgulho gay”, citando “danos morais” que podem ser infligidos nos jovens.
De acordo com o ativista homossexual Nikolai Alekseev, a prefeitura de Moscou está preocupada com “o grande número de cartas recebidas em protesto contra os eventos de orgulho [gay] e a obrigação internacional da Rússia de proteger os direitos das crianças porque o orgulho gay ‘pode provocar impacto na saúde psicológica e infligir danos morais nas crianças e adolescentes que acabassem se tornando testemunhas involuntárias desses eventos’”.
As paradas do “orgulho” homossexual, que são realizadas anualmente em muitas cidades no mundo inteiro, são frequentemente cenários de bebedeiras e uso de drogas, nudez pública e atos sexuais simulados ou até mesmo reais. As autoridades públicas rotineiramente cometem negligências ao não agir contra tais condutas durante as paradas, fazendo dos homossexuais uma exceção às leis.
A prefeitura de Moscou vem proibindo as paradas do “orgulho gay” desde que os ativistas homossexuais tentaram pela primeira vez realizá-las em 2006. A prefeitura prossegue a proibição, apesar da ameaça de uma multa do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, e já foi multada em mais de 41 mil dólares por suas proibições anteriores.
A decisão da prefeitura de Moscou reflete um consenso religioso e social na sociedade russa acerca da conduta homossexual. De acordo com uma recente pesquisa de opinião pública, 84 por cento dos russos continuam a ver a sodomia como imoral, em oposição à crescente aceitação dessa conduta por parte dos Estados Unidos e da Europa Ocidental, muito embora essa conduta venha muitas vezes acompanhada de uma variedade de desordens físicas e comportamentais, inclusive elevados índices de infecção do HIV e doenças sexualmente transmissíveis, câncer anal, promiscuidade e depressão.
O Patriarca Ortodoxo de Moscou chamou a conduta homossexual de “um desvio maligno da natureza humana dada por Deus” e observa que a Igreja Ortodoxa “trata as pessoas com tais inclinações com responsabilidade pastoral exortando-as a se reformar e resolutamente se opõe a toda e qualquer tentativa de apresentar essa tendência de pecado como ‘norma’ e exemplo a se seguir. A Igreja não aceita nenhuma propaganda de imoralidade”. Os líderes católicos, muçulmanos e judeus na Rússia têm também a mesma posição dele.

Fonte: Julio Severo
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Presidente Dilma fala sobre porque vetou o kit gay: “O Governo não fará propaganda de opção sexual”

Presidente Dilma fala sobre porque vetou o kit gay: “O Governo não fará propaganda de opção sexual”
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (26) que não aprova o kit anti-homofobia que estava em elaboração pelo Ministério da Educação para ser distribuído como material didático às escolas. Segundo ela, o governo não pode interferir na vida privada dos brasileiros. Nesta quarta-feira (25), ela suspendeu a produção e entrega das cartilhas e vídeos contidos no kit.
“O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais”, afirmou, após cerimônia de assinatura de termos de compromisso para a construção de 138 creches.
Segundo Dilma, a função do governo é apenas educar para que se evite agressões e desrespeitos à diferença. “Nós não podemos interferir na vida privada das pessoas . Agora, o governo pode sim fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença, que você não pode exercer práticas violentas contra aqueles que são diferentes de você”, disse.
O kit seria composto por vídeos que tratavam de transexualidade e bissexualidade e que deveriam ser exibidos e debatidos em salas de aula do ensino médio no segundo semestre deste ano. O objetivo do material, composto de três filmes e um guia de orientação aos professores, seria trazer para o ambiente de 6 mil escolas o “tema gay” como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito.
Logo depois do evento, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que os vídeos do kit anti-homofobia poderão ser integralmente refeitos.
“A presidenta entendeu que esse material não combate a homofobia. Não foi desenhado de maneira apropriada para promover aquilo que ele pretende, que é o combate a violência. (…) Os vídeos poderão ser integralmente refeitos”, afirmou Haddad.
De acordo com Haddad, o kit anti-homofobia ainda não tinha sido aprovado pelo comitê de publicações do Ministério da Educação. Mesmo depois da rejeição da presidente, o material será avaliado pelo ministério e pela Presidência da República para que seja refeito, mas não será distribuído.
Bancada religiosa
Na quarta, após protestos das bancadas religiosas no Congressso, a presidente determinou nesta quarta-feira a suspensão do kit, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
Diante da decisão de Dilma, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ), que participou da reunião com Carvalho, afirmou que estão suspensas as medidas anunciadas pelas bancadas religiosas em protesto contra o “kit anti-homofobia”. Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.
O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o “kit anti-homofobia”.
Fonte: G+
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Evangélicos ameaçaram convocar Palocci para vetar distribuição do kit gay


Governo cede e decide suspender o projeto do MEC
Na terça-feira, 24, parlamentares das Frentes Evangélica, Católica e da Família se reuniram de forma emergencial para discutir medidas que seriam tomadas para forçar o governo a alterar o material do chamado kit gay elaborado por ONGsa pedido do ministério da Educação.
A reunião foi marcada porque os parlamentares se sentiram desrespeitados pelo ministro Fernando Haddad que mentiu ao dizer-lhes que alteraria o material e depois revelou à imprensa que não mudaria nada, já que as cartilhas e os vídeos que serão distribuídos em 6 mil escolas públicas já estão prontos.
De acordo com o deputado João Campos (PSDB – CE), líder da bancada evangélica, se o governo insistisse em manter o kit, eles bloqueariam a votação na Câmara e apoiariam a convocação do ministro Palocci para dar explicações.
Além dessa convocação ao ministro da Casa Civil os parlamentares cogitavam outras medidas como a saída do Ministro da Educação; a criação de uma CPI para apurar as denuncias de irregularidades no MEC; a obstrução de todas votações do plenário e também a convocação do ministro Fernando Haddad, na comissão de Educação e Cultura, para explicar as cartilhas sobre homofobia.
Essa reunião ganhou grandes proporções no Congresso e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho,  foi ao encontro dos parlamentares para dizer que a Presidente Dilma Rousselff decidiu cancelar a distribuição do kit gay.
Fonte: Gospel Prime
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